Site para advogados: como gerar mais visitas?
Quer mais visitantes? Então, confira o que fazer para ter mais visibilidade para o seu site para advogados!
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SaaS é uma sigla que significa Software as a Service. Trata-se de um novo modelo de comercialização de serviços de tecnologia, onde o acesso vale mais do que a licença em si.
Antigamente, para se ter um software era necessário comprar a licença e, dependendo da complexidade do sistema, hardwares potentes eram necessários para que ele funcionasse. Com o SaaS essa realidade mudou. Em vez de comprar uma licença, o usuário adquire diretamente o serviço de uma empresa. O usuário paga apenas pelo acesso e toda a estrutura do software fica armazenada na nuvem.
Na advocacia, quem já teve um software jurídico no passado sabe que a tecnologia evoluiu e os SaaS já estão disponíveis para o advogado. Para entender o que é o SaaS e como ele pode se transformar em um aliado do seu escritório não deixe de conferir!
Os softwares jurídicos não são uma novidade entre os advogados. Muitos escritórios já utilizavam sistemas próprios, que foram adquiridos através da compra de uma licença. Esses sistemas, no entanto, exigiam hardwares robustos para que pudessem rodar. Isso sem mencionar a contratação de um profissional de TI, que acabava sendo quase obrigatória.
Não por outro motivo, os softwares jurídicos eram usados apenas por escritórios de grande porte. Afinal, além de um custo alto, essa ferramenta exigia uma infraestrutura para que pudesse funcionar.
Com o desenvolvimento da tecnologia, surgiram os SaaS, que são os softwares como serviço. Agora, não é preciso adquirir uma licença para usar o software. Com o pagamento mensal dos serviços, o advogado pode ter uma ferramenta bem completa para auxiliar no seu dia a dia.
As vantagens dos SaaS comparadas aos antigos softwares são inúmeras. Para começar, se trata de uma solução bem mais acessível, que pode ser utilizada por escritórios dos mais diversos portes e profissionais autônomos.
Além disso, o usuário pode acessar a ferramenta de qualquer lugar. Usando qualquer dispositivo conectado à internet, o advogado é capaz de checar todas as informações de clientes e processos.
Outra vantagem é que o SaaS tem atualizações automáticas. Justamente por isso, o indivíduo não precisa adquirir uma nova licença para continuar usando o serviço. Por fim, o SaaS pode ser customizado de acordo com as necessidades do usuário e integra-se com outros sistemas de forma muito mais fácil.
Hoje o advogado tem à sua disposição uma série de SaaS que estão disponíveis no mercado. Esses softwares jurídicos podem ser adquiridos por bancas de todos os portes, ou mesmo por profissionais autônomos. Além de ser uma ferramenta bastante acessível, os SaaS auxiliam na organização de práticas do escritório, beneficiando toda a gestão.
Com um bom SaaS o advogado ganha em agilidade e produtividade, além de melhorar a sua entrega ao cliente. Com um software jurídico no modelo SaaS, o profissional ganha em acessibilidade e pode checar todas as informações que necessita desde que esteja conectado à internet.
Não é necessário investir em hardwares, nem contratar profissionais de TI. A própria empresa se encarrega de dar o suporte e investe de forma eficiente em segurança. E como explicamos, o SaaS se integra muito mais facilmente a outros serviços. Basta se dar conta que já existem softwares jurídicos que podem ser integrados com o Google Agenda, por exemplo.
Hoje, não existe desculpa! O advogado que quer se modernizar pode e os benefícios são diversos.
A tecnologia vem evoluindo rapidamente e hoje o advogado tem uma série de ferramentas e recursos que são capazes de melhorar o seu dia a dia. Além dos SaaS, ferramentas como chatbots, big data e até a inteligência artificial vem transformando a rotina dos escritórios.
Não é segredo para ninguém que o mercado jurídico está cada vez mais competitivo. Por isso, utilizar ferramentas que melhorem a produtividade e tragam mais agilidade na execução dos serviços jurídicos é uma necessidade e não mais um diferencial.
Infelizmente, alguns advogados ainda insistem em práticas antigas e resistem ao uso da tecnologia. Porém, não apostar nas ferramentas que tem à sua disposição pode ter um custo alto, especialmente quando se trata de posicionamento no mercado e se destacar perante a concorrência.
A tecnologia chegou para beneficiar e o seu uso é um caminho sem volta. Por isso, vale a pena pesquisar sobre quais são os melhores SaaS do mercado e qual é aquele que melhor se adapta as suas necessidades.
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Você já ouviu falar em NPS? Net Promoter Score é uma metodologia utilizada para avaliar a percepção dos clientes sobre um determinado produto ou serviço. Adotada por várias empresas do Vale do Silício, o NPS é uma maneira bem simples de checar o que os seus clientes acham dos seus serviços jurídicos. Mais do que uma pesquisa de satisfação na advocacia, esse tipo de avaliação é um recurso poderoso para quem quer melhorar a experiência do cliente.
Se você anda pensando em criar estratégias de fidelização e quer melhorar a relação com seu cliente, vale a pena conferir!
O NPS é uma metodologia muito simples que foi criada em 2003. Através dela, seu escritório pode medir a satisfação tanto de um público específico, quanto de clientes em geral. Cada área do escritório costuma contar com um perfil de cliente bastante distinto, além de ter uma relação bastante própria. Por isso, esse tipo de pesquisa ajuda a analisar a relação de cara área com seus clientes, independentemente da performance geral do escritório.
Esse tipo de análise, mais segmentada, também ajuda a melhorar de forma mais efetiva a atuação de cada área, com ações focadas e centradas em cada uma delas.
Feitas essas considerações, é preciso entender como funciona o NPS. Essa pesquisa de satisfação na advocacia é muito simples e o advogado pode usar recursos gratuitos como o Google Forms, por exemplo, para executar.
O primeiro passo para realizar a pesquisa de satisfação na advocacia é construir um formulário. Na primeira pergunta, o cliente deve responder em uma escala de 0 a 10 quanto ele recomendaria seu escritório para parentes, colegas, amigos e conhecidos. Na segunda, ele deve justificar porque atribuiu a nota em questão.
É importante que o cliente não seja obrigado a se identificar ao fornecer as respostas. Também é importante determinar um prazo para as respostas dos seus clientes.
Recebidos os formulários, chegou a hora de analisar sua pesquisa de satisfação na advocacia. Aqueles clientes que avaliam seus serviços entre 9 e 10, são aqueles que gostam dos serviços oferecidos pelo seu escritório e têm uma boa experiência. Esses clientes, além de contarem com uma grande probabilidade de solicitar novos serviços, costumam recomendar seu escritório para amigos, parentes e conhecidos.
Clientes que atribuem notas entre 7 e 8 são considerados neutros. Embora não se sintam insatisfeitos com o escritório, não possuem uma experiência marcante que os faça recomendar seus serviços jurídicos.
E, por último, existem os clientes que avaliam seus serviços entre 0 a 6 pontos. Em geral, esses clientes não vão recomendar seus serviços e possivelmente vão contratar outro escritório em uma nova oportunidade.
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Dependendo dos resultados da sua pesquisa de satisfação na advocacia, é possível saber se é preciso investir na melhoria da experiência do cliente com ações estratégicas.
Cada vez mais, os escritórios de advocacia vêm apostando na melhoria da experiência do cliente. Isso porque uma boa experiência ajuda não apenas em possíveis contratos de honorários, como também em indicações. Os serviços jurídicos, por natureza, são pontuais. Por isso, mesmo que um cliente seja bem atendido e tenha seu problema solucionado, ele só voltará a contratar seu escritório se realmente precisar. Porém, por mais que ele nunca mais precise dos seus serviços, na medida em que ele te indica no mercado, você multiplica sua capacidade de prospecção, sem precisar fazer nenhum esforço.
Porém, a questão é: como melhorar a experiência do seu cliente? A maioria dos clientes é leiga e não consegue avaliar seus conhecimentos. Por isso, a dica é: invista em um bom atendimento. Muitos advogados falham nessa parte, pois estão ocupados demais com o caso do cliente. No entanto essa falha pode ser crucial no relacionamento.
Apostar em ferramentas como softwares jurídicos e outras ferramentas que automatizam parte do atendimento é uma excelente forma de oferecer o suporte, sem sobrecarregar a sua rotina.
Você já conhecia o NPS e como realizar uma pesquisa de satisfação na advocacia? Conheça mais algumas dicas para fidelizar seus clientes na advocacia. Clique aqui e saiba mais!
Lawtechs e legaltechs são empresas que oferecem novas ideias e modelos de atuação para quem atua no mercado jurídico. O objetivo dessas startups é inovar a partir de falhas e deficiências identificadas na prestação de serviços feita de forma tradicional.
Além de detectar falhas e deficiências nos modelos tradicionais, as lawtechs e legaltechs também identificam demandas e propõe novas soluções a partir do uso da tecnologia.
Aliás, a tecnologia é um fator essencial na atuação destas empresas, já que é a base para que elas possam atuar. Tanto as lawtechs quanto as legaltechs têm como missão facilitar as rotinas jurídicas, proporcionando mais eficiência para quem precisa desse tipo de serviço.
Para saber o que fazem essas empresas e de que maneira elas estão transformando o dia a dia da advocacia e do mercado, não deixe de conferir!
Embora os termos sejam utilizados conjuntamente em muitas situações, essas startups são focadas em públicos diferentes. Enquanto as Legaltechs propõem soluções para advogados, escritórios e departamentos jurídicos, as Lawtechs têm uma atuação focada no público final, ou seja, no público que precisa de serviços jurídicos, mas por alguma razão tem dificuldades em acessá-los.
Na prática, essa diferença é pouco relevante, uma vez que os benefícios trazidos pelas soluções criadas favorecem tanto os operadores do Direito quanto os clientes de maneira geral.
Estes modelos de empresa estão proporcionando diversos benefícios para quem atua no mercado jurídico. O primeiro e mais sensível é a redução de custos. Durante muito tempo, os serviços jurídicos eram prestados de forma quase que artesanal, gerando uma alta despesa para os escritórios. Com o uso das ferramentas e facilidades criadas por essas empresas, o advogado consegue otimizar a sua rotina, tornando seus serviços muito mais eficientes e também atrativos em termos de custos.
Apenas para citar um exemplo, os softwares jurídicos criados por legaltechs proporcionam que o advogado ganhe mais em produtividade.
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Outro benefício é a produtividade, já que as soluções dessas startups promovem a prestação de melhores serviços em menos tempo. Pesquisas jurídicas, elaboração de peças e até relatórios podem ser feitas em bem menos tempo.
Por fim, as lawtechs e legaltechs também beneficiam a transparência e a acessibilidade dos serviços jurídicos. Muitas delas facilitam a forma de prestar tais serviços, fazendo com que tanto o advogado quanto o cliente se apropriem melhor do procedimento utilizado.
Já existem no mercado alguns tipos de lawtechs e legaltechs que contam com um modelo específico de atuação. Abaixo, separamos algumas das principais:
As empresas que atuam dentro dessa proposta basicamente criam plataformas que compilam e analisam dados estratégicos, favorecendo o processo de tomada de decisão do advogado. Avaliando de forma qualitativa e quantitativa a jurisprudência dos Tribunais, permitem que o advogado crie teses mais assertivas e saiba como se posicionar de forma mais planejada na defesa do seu cliente.
Boa parte da rotina dos escritórios e departamentos jurídicos gira em torno dos documentos. Por isso, quem não tem métodos e ferramentas para lidar com um grande volume de documentos perde em eficiência e produtividade. Por isso, muitas lawtechs estão desenvolvendo soluções que permitem um gerenciamento eficiente de documentos. Assim, propõem a otimização de tempo tanto na busca por eles quanto na elaboração deles.
Algumas lawtechs estão focadas em difundir informação jurídica de qualidade. Muitas delas também servem como ferramenta de marketing jurídico online, conectando advogados a potenciais clientes.
Existem também lawtechs voltadas à conexão de profissionais. Empresas que conectam correspondentes à escritórios e departamentos jurídicos são um belo exemplo. Muitas delas estão focadas em resolver os problemas e entraves relacionados aos serviços de suporte.
Com a chegada do Novo Código de Processo Civil a tentativa de solucionar a questão e evitar o litígio deve ser uma prioridade entre as partes. Diante disso, novas startups surgiram permitindo aproximar as partes e fechar acordos online, evitando assim uma ação judicial. Além das partes, os advogados também podem se beneficiar desse tipo de empresa. Afinal, elas oferecem toda a estrutura para que o profissional oriente seu cliente durante as tratativas e fechamento do acordo.
O mercado jurídico definitivamente vem sofrendo grandes transformações e as lawtechs e legaltechs estão aí para mostrar que com a tecnologia uma nova forma de prestar serviços jurídicos é possível.
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Você sabe: a desorganização, a agenda multitarefas e as falhas no gerenciamento de tempo são os principais motivos para a falta de produtividade na advocacia. Por isso, é comum encontrar advogados esgotados, sem dar conta dos prazos e tarefas do dia a dia. Mas como mudar esse cenário? Organização e disciplina são o primeiro passo. Aliado a isso, a tecnologia e suas ferramentas chegaram para ficar e são grandes aliadas do advogado. Quer um exemplo? Um software jurídico com Google Agenda integrado é uma excelente opção para agilizar o dia a dia dos escritórios de advocacia.
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A Agenda do Google, ou Google Agenda, é uma ferramenta gratuita disponibilizada pelo Google e que se tornou indispensável para as empresas atentas ao mercado. Isso porque, através dela, é possível adicionar e gerenciar eventos e compromissos e até mesmo compartilhar a sua programação com outras pessoas. Por sua praticidade e simplicidade, muitos advogados passaram a utilizá-la tanto para o controle de suas tarefas pessoais quanto profissionais.
Seria o verdadeiro significado de “unir o útil ao agradável”, não é mesmo? Acontece que essa já é uma realidade. É o caso do Software Jurídico do PROMAD, que recentemente adicionou esta funcionalidade à sua agenda de prazos e tarefas. Agora confira os reais benefícios que um sistema jurídico com Google Agenda pode lhe oferecer:
Não existe produtividade sem organização. Se você perde tempo para encontrar informações e dados sobre os seus casos e clientes, provavelmente você não é um profissional eficiente.
O primeiro passo para quem quer ser mais produtivo é justamente “arrumar a casa”. Mais do que organizar arquivos e pastas, o advogado deve ter um método. Centralizar as informações por cliente, ou por caso, é uma ótima maneira de ter sempre a mão os dados que você precisa para realizar suas atividades. Com um software jurídico, fica mais fácil organizar dados e informações. Através da ferramenta, com apenas alguns cliques o advogado tem em mãos tudo o que precisa para elaborar um relatório, redigir uma peça jurídica ou mesmo atender um cliente.
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A rotina dos escritórios de advocacia gira em torno dos prazos, certo? Por isso, advogados que não contam com uma agenda organizada acabam se atropelando com as tarefas do dia a dia. Cuidado!
Graças aos softwares jurídicos com o Google Agenda integrado, o advogado consegue organizar os seus prazos, compartilhar com os demais membros do escritório e até gerenciar suas reuniões de forma mais rápida e simples. Assim, a até mesmo comunicação interna flui com mais facilidade, auxiliando na otimização do tempo e na produtividade!
Você ainda gasta boa parte do seu tempo registrando o andamento dos seus processos em planilhas? Perde tempo buscando intimações nos sites dos Tribunais? Esses tipos de atividades manuais, que dão suporte aos serviços jurídicos, costumam consumir tempo e comprometer a produtividade. Para ganhar mais eficiência, a melhor maneira é automatizar esse tipo de tarefa.
Neste sentido, usar um sistema jurídico integrado com o Google Agenda também induz o advogado a receber suas intimações de forma automatizada, gerenciando seus processos de forma muito mais rápida e simples!
Diariamente, os escritórios de advocacia lidam com um grande volume de documentos. Quando não existe um cuidado com a gestão destes materiais, é comum que se perca tempo e acabe atrasando a rotina jurídica. Entenda: hoje não se pode mais perder tempo apenas tentando localizar um documento. Uma boa gestão é essencial para trazer eficiência para o dia a dia.
Com um software jurídico, os documentos ficam todos armazenados na nuvem. Isso permite que, sempre que preciso, é possível localizar dados de clientes e processos com apenas alguns cliques.
Estudos já comprovaram que o cérebro humano demora certa de 25 minutos para retomar o mesmo nível de atenção depois de ser interrompido. Na prática, isso significa que quem realiza muitas tarefas diferentes no seu dia a dia, acaba realizando menos. O advogado é um profissional que, naturalmente, precisa executar diferentes tarefas na sua agenda.
Por isso, é preciso priorizar suas atividades. Assim, você consegue evitar os males da multitarefa e produzir muito mais. Com um software jurídico, o advogado pode separar suas atividades priorizando aquelas que tem a mesma natureza. Por exemplo: separa um dia só para fazer reuniões, ou só para cuidar das questões administrativas, etc. Este pode ser um ótimo começo para se tornar um profissional mais produtivo.
Gostou dessas dicas? Já pensou que demais contar com um Software Jurídico com Google Agenda integrado? Confira também os benefícios o recebimento de publicações de forma automática pode trazer para o seu escritório. Clique aqui e saiba mais!
A internet hoje permite que qualquer pessoa possa gerar e disseminar conteúdo. Se por um lado, a world wide web deu voz e visibilidade a todos, a ausência de um processo de curadoria faz com que muitos conteúdos divulgados não sejam verdade. As chamadas fake news são um fenômeno da era digital e podem causar danos que vão além da desinformação.
Por conta disso, um projeto de lei foi criado tentando criminalizar quem divulga esse tipo de notícia. Dois projetos de lei de iniciativa da Câmara e do Senado vêm causando controvérsia no Congresso. Para saber o que diz a lei nos casos de fake news, não deixe de conferir!
Existem hoje diversos projetos de lei tramitando tanto na Câmara quanto no Senado envolvendo o tema das fake news. Uma parte desses projetos visa a criminalização de quem produz ou divulga esse tipo de informação. Outros determinam que plataformas digitais, como redes sociais e buscadores, fiscalizem a informação sob pena de sofrerem sanções como multas, por exemplo. Esses projetos, caso sejam aprovados, podem promover alterações no Código Penal e no Marco Civil da Internet, leis vigentes que regulamentam questões convergentes ao tema.
No que se refere à tipificação da conduta de produzir e gerar fake news, há quem defenda que se trata de algo desnecessário. Isso porque o próprio Código Penal já prevê crimes como calúnia, injúria e difamação, capazes de proteger quem é afetado por esse tipo de notícia.
Da mesma forma, responsabilizar plataformas digitais pode incentivar a censura, algo que fere a liberdade de expressão, direito fundamental previsto na Constituição Federal.
Embora outros países tenham aprovado leis com o intuito de coibir as fake news, o tema no Brasil é polêmico especialmente pela estrutura do ordenamento jurídico nacional.
Somente na Câmara dos Deputados existem mais de 10 PL’s em tramitação. Dois, no entanto, se destacam.
O primeiro é o PL 8.592/17, que tramita na Câmara e pretende a alteração do Código Penal. Segundo o PL, divulgar, compartilhar informação falsa ou prejudicialmente incompleta em qualquer meio de comunicação que possa atingir um número indeterminado de pessoas será considerado como crime. Nesses casos, os infratores podem ser penalizados com um a dois anos de prisão.
Outro PL da Câmara é o PL 7.604/17, que prevê uma multa de até R$ 50 milhões para plataformas digitais que divulgarem fake news e não retirarem o conteúdo em até 24 horas. Nos termos do PL, informações ilegais, prejudicialmente incompletas e falsas devem gerar a responsabilização das empresas que gerenciam tais plataformas.
Por fim, no Senado também existe um PL em tramitação envolvendo as fake news. O PL 473/17 também pretende criminalizar a conduta de divulgar fake news. A pena prevista nesse caso é de três anos quando a divulgação for feita através da internet.
O tema das fake news não conta com uma regulamentação específica. No entanto, para muitos, a criminalização e a punição de plataformas vai de encontro à liberdade de expressão, um direito fundamental previsto na Constituição Federal.
Em contrapartida, muitos profissionais do Direito entendem que as leis presentes no ordenamento jurídico já são suficientes para coibir os danos causados pelas fake news. Neste caso, iniciativas como a Lei de Proteção de Dados, vigente desde de maio, são mais interessantes para garantir a transparência e o bom uso da internet.
De toda forma, nenhum dos projetos de lei foi encaminhado para a pauta do Congresso. Sendo assim, a questão das fake news continua sendo controversa no meio jurídico brasileiro.
Você já conhecia os projetos de lei que regulamentam as fake news? O que acha dessa iniciativa?