Afinal, o que é jurimetria e como aplicá-la no dia a dia do seu escritório?

As decisões dos Tribunais sempre influenciam a atuação do advogado. Afinal, é com base na jurisprudência que o profissional monta as suas teses e orienta os seus clientes.

Porém, a análise de jurisprudência sempre foi um recurso limitado, já que o advogado nunca conseguia avaliar as decisões dos juízes de forma quantitativa e qualitativa, simultaneamente.

Agora essa realidade mudou. Com a Jurimetria, o advogado consegue analisar inúmeras decisões e traçar panoramas sobre o comportamento dos Tribunais.

Graças a esse recurso de big data, o advogado pode fazer uma analise mais precisa da jurisprudência e tem mais elementos para construir uma boa tese de defesa.

Ou seja, por meio da Jurimetria é possível analisar decisões, peças e outras informações presentes nos bancos de dados dos Tribunais. Trata-se de um recurso que vem transformando o jeito de advogados tomarem decisões ou formularem defesas.

Para saber mais um pouco sobre a Jurimetria e as suas aplicações práticas, continue a leitura desse artigo.

Jurimetria: como funciona?

De forma resumida, a Jurimetria é a aplicação de modelos estatísticos na advocacia. Por meio desse recurso, o advogado consegue levantar inúmeros dados presentes em bancos de dados dos Tribunais e, com isso, traçar estratégia processuais mais assertivas.

Quem advoga sabe que a Jurisprudência, além de ser uma fonte do Direito, é uma diretriz para a atuação contenciosa. Por isso, através de uma análise estratégica e precisa destas informações, o advogado tem melhores condições de construir suas teses e maiores chances de apresentar bons resultados aos seus clientes.

Por meio da tecnologia, o advogado consegue acessar decisões de um determinado juiz e até o posicionamento da parte contrária. Com a análise dessas informações, ele pode escolher caminhos que sejam mais interessantes para os objetivos do cliente.

Além disso, acaba adquirindo elementos mais concretos para as tomadas de decisão.

Muito além da boa argumentação.

Muitos advogados se destacam pela capacidade de argumentarem bem em suas peças jurídicas. Com certeza, a persuasão ainda é uma qualidade presente em bons profissionais. Porém, quando aliada à estratégia, a defesa ganha ainda mais força e maiores chances de promover resultados.

Na prática, a Jurimetria não garante o êxito em nenhuma causa. Mas ela permite que o advogado tenha mais elementos para formular uma boa defesa e, é claro, orientar o cliente. Com um panorama preciso sobre a jurisprudência, o advogado pode mostrar ao cliente os prós e contras de se fechar o acordo ou continuar com o processo, através de um prognóstico muito mais certeiro.

Jurimetria e a advocacia do futuro.

A tecnologia vem impactando o dia a dia de inúmeras profissões. Na advocacia, isso não é diferente. Além de proporcionar mais agilidade na prestação de serviços jurídicos, os recursos tecnológicos possibilitam que os escritórios entreguem mais valor aos seus clientes.

Hoje, muitos advogados já sabem que para terem bons resultados, os serviços jurídicos precisam estar focados no cliente. Logo, contar com ferramentas que melhorem a experiência ou ofereçam mais valor ao cliente é um investimento que traz bons resultados.

As informações apuradas via Jurimetria, por exemplo, são fundamentais para alimentar o banco de dados de um software jurídico utilizado para automatizar rotinas jurídicas.

Bom, agora que você já conhece melhor a Jurimetria, está na hora de melhorar os processos internos no seu escritório de advocacia. A primeira ação a ser tomada é contar com um bom software jurídico.

Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD em 2008, é líder no segmento e foi pensado para aprimorar a organização das suas rotinas jurídicas.

Atualmente, mais de 80 mil advogados em todo o Brasil utilizam o software. Pensado para cuidar da gestão de escritórios jurídicos, o Integra te ajuda, por exemplo, com a agenda, o fluxo de caixa, captura de intimações de sistemas eletrônicos entre outras funcionalidades.

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4 dicas para você não perder clientes na primeira consulta.

Muitos advogados têm dúvidas sobre como devem se portar quando estão recebendo um cliente pela primeira vez. Afinal, este é um momento determinante para a conquista – OU NÃO – de um novo caso. 

Alguns profissionais acreditam que devem demonstrar toda a sua experiência e domínio técnico da área de atuação já na primeira consulta. Contudo, essa estratégia pode ser o caminho errado. Advinha só: muitas vezes, impressionados por essa vasta experiência demonstrada no primeiro encontro, os clientes acabam optando por outro escritório julgando que não terão como pagar pelos seus serviços.

Além disso, questões como postura, tom de voz e ambiente da consulta, também podem intimidar e acabar afastando clientes. Então, se você quer saber como não perder clientes na primeira consulta, confira as 4 dicas desse artigo.

1. Adapte-se ao cliente.

Evite um erro recorrente entre advogados: não se preparar para uma primeira tratativa com o cliente.

Antes do atendimento inicial, é fundamental se cercar do máximo de informações possíveis sobre o cliente para conseguir causar uma boa primeira impressão. Dessa forma, se o cliente for uma empresa, por exemplo, você pode pesquisar a área de atuação da organização, as dificuldades apontadas em um eventual primeiro contato telefônico, além de possíveis saídas para solucionar os problemas relatados.

O importante é se antecipar as demandas e apresentar uma postura proativa, mostrando que você está realmente empenhado em atender e tranquilizar o cliente. Essa abordagem facilita a criação de um vínculo junto ao cliente, sugere empatia e ajuda você a cobrar um honorário justo.

2. Seja profissional.

É importante não confundir a empatia que se busca estabelecer com uma relação informal. Mesmo que você tenha estudado o cliente e saiba como criar um ambiente receptivo, não deixe o clima de impessoalidade prevalecer na reunião.

O ideal é manter uma postura estritamente profissional, com toques de pessoalidade. Ou seja: vista-se de acordo com a ocasião; seja sempre pontual e, no caso de qualquer imprevisto, justifique-se ao cliente; e, por fim, demonstre interesse pelo assunto tratado. Ah, e sempre que possível trate o cliente pelo nome, pois isso gera intimidade sem apelar para a impessoalidade.

Além disso, deixe o cliente falar livremente e escute com atenção enquanto toma notas. Assim, você demonstra estar interessado no problema dele e em como ajudá-lo. Isso é mais importante do que falar das suas habilidades e experiências.

Outro ponto importante aqui é o ambiente da primeira consulta. Um local informal demais transmite amadorismo, enquanto um muito formal pode intimidar o cliente. O ideal é que você tenha um escritório acolhedor e confortável para deixar os clientes à vontade. 

3. Seja transparente e objetivo.

Muitas vezes, as pessoas procuram advogados esperando encontrar imediatamente a solução para um problema que pode não ser solucionado assim tão facilmente. 

Nesses casos, para manter o cliente, apresente as possíveis variáveis e complicações implicadas no caso de forma simples e realista. Explique bem ao cliente quais as possibilidades de conseguir uma decisão favorável, fale sobre qual metodologia e estratégia você adotaria, e reforce a importância de uma assistência jurídica especializada.

Se o cliente perceber que você está preocupado com o problema dele, está sendo franco quanto à possibilidade de resolução e que você está disposto a ajudá-lo, as chances de você conseguir o caso são grandes.

Do contrário, se o problema do cliente estiver além da sua capacidade de atuação, ou uma decisão favorável for impossível, o melhor a fazer é ser transparente. Rejeite o caso ou indique um profissional para atendê-lo a contento. Afinal, um dano à sua imagem profissional não será compensado pelos honorários do caso.

4. Fique em contato.

Lembre-se: assim como em qualquer segmento do mercado, os clientes buscam atenção, confiança e a efetividade do serviço contratado.

Após o fim da primeira consulta, caso você estabeleça um acordo com o cliente, mantenha contatos regulares com ele, seja por e-mail ou telefone, para registrar os pontos abordados, possíveis estratégias de atuação, documentação necessária etc.

O contato regular é fundamental para, além de criar confiança entre advogado e cliente, manter a estratégia de atuação alinhada e sólida.

É isso, construir uma boa relação com os seus clientes requer muita dedicação, mas a boa notícia é que os advogados não precisam mais de complexas planilhas para manter um cadastro atualizado com os históricos dos clientes.

Sim, os advogados hoje têm à sua disposição recursos para otimizar o processo de cadastramento e atualização. Agora que você já sabe por onde começar chegou a hora de alinhar o seu atendimento ao cliente às suas rotinas jurídicas.

O primeiro passo para adotar as boas práticas de gestão do Direito é contar com um bom software jurídico no seu escritório. O Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD em 2008, é líder no segmento e foi pensado para aprimorar as suas rotinas.

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Gerenciamento de processos judiciais: ferramentas e práticas para otimização.

Ao contrário do que muitos advogados pensam, gerenciar processos judiciais não é uma tarefa difícil.

Mas, alguns profissionais ainda resistem bravamente ao Gerenciamento de Processos. Isso acontece porque, muitos desses advogados continuam presos a antigos métodos de trabalho. Mas, assim como o judiciário, esses métodos têm avançado bastante ao logo dos anos graças as novas tecnologias do Direito.

Depois de ler esse artigo, você vai entender melhor a evolução do gerenciamento de processos judiciais nos tempos da advocacia digital. Além disso, vai conhecer algumas práticas que ajudam a otimizar esses processos.

Pronto para automatizar a sua rotina jurídica? Então, separe um tempinho na sua agenda e boa leitura!

Como era a rotina do advogado antes das novas tecnologias do Direito.

Antigamente, os advogados adquiriam o Diário Oficial impresso e procuravam as publicações do dia em que constavam os seus nomes. Feito isso, davam sequência as suas rotinas, indo até o fórum para saber o que havia motivado uma intimação, por exemplo. De acordo com os andamentos do processo, essa tarefa ia ganhando em volume de papel e complexidade.

Inicialmente, controlar processos judiciais utilizando uma simples planilha até era possível. Mas, quando as suas ações começavam a tramitar nos tribunais e a cartela de clientes aumentava proporcionalmente, o controle dessas planilhas, invariavelmente, apresentava falhas.

Atualmente, a tecnologia permite que os advogados acompanhem todos os seus processos do escritório, com apenas alguns cliques no computador.

Dessa forma, os advogados passaram a economizar tempo e reduziram a burocracia e as suas estruturas internas de acompanhamento de processos.

Implementação de software jurídico para controle de processos judiciais.

Existem várias ferramentas disponíveis com o intuito de facilitar e otimizar o gerenciamento de processos judiciais no seu escritório de advocacia. Inclusive, softwares específicos para o controle de prazos jurídicos.

Com a ajuda desses softwares é possível controlar melhor os prazos para equilibrar o tempo da gestão do seu escritório. Além disso, por meio dos softwares, você minimiza as chances de falhas – que são maiores quando você conta apenas com a memória e uma simples planilha .

Faça o registro de todas as informações no sistema.

Depois de obter um software, você só precisa organizar uma força-tarefa no escritório e alimentar o sistema com informações.

A adaptação será mais rápida se todos os profissionais estiverem envolvidos no processo de importação dos dados para o software. A operação do software geralmente é intuitiva e requer um pouco de dedicação nos primeiros dias.

Assim, quando implantar um software no seu escritório, envolva todo mundo na fase de aprendizado e de alimentação do sistema: secretárias, estagiários e sócios.

Lembre-se que o software vai agilizar a sua rotina de gerenciamento. Em pouco tempo, todo o esforço empenhado deve ser recompensado, já que as suas atividades rotineiras serão automatizadas.

Controle as suas movimentações processuais.

Um bom software jurídico integra todas as áreas do seu escritório. Isso fará com que o gerenciamento de processos judiciais funcione muito melhor.

Com isso, tanto os advogados como os seus clientes terão um maior controle dos processos, acompanhando tudo por meio do sistema do software.

Para realizar um bom gerenciamento de processos judiciais, o recomendado é adotar um controle dos andamentos processuais. Os softwares jurídicos te ajudam com isso também, já que notificam o advogado quando novas informações são anexadas ao processo. 

Essas são apenas algumas impressões sobre o tema. Esperamos tê-lo ajudado a entender melhor como o gerenciamento digital de processos judiciais não é um bicho de sete cabeças.

Então, agora que você já sabe o que precisa para trazer mais tecnologia para o seu escritório de advocacia, a primeira ação a ser tomada é contar com um bom software jurídico.

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O futuro é agora. Mas, afinal, o que é o Direito 4.0?

A chamada Advocacia Digital ou a Era do Direito 3.0 teve como principal característica a consolidação dos recursos tecnológicos na rotina dos escritórios. Nesse momento, processos eletrônicos, certificado digital e softwares jurídicos são a realidade das rotinas jurídicas dos advogados.

Porém, como o desenvolvimento tecnológico não para o Direito 4.0 inaugurou uma nova fase e trouxe inovações para o mercado jurídico.

Robôs que automatizam o atendimento de clientes, softwares que analisam a jurisprudência de forma estratégica e outros recursos são apenas algumas das novidades dessa nova Era do Direito.

Por isso, nesse artigo, vamos falar um pouco mais sobre o tema. Boa leitura.

O que é o Direito 4.0.

O Direito 4.0 nada mais é do que uma nova fase da tecnologia de ponta no Direito, que agora se faz presente na vida do advogado. Hoje, recursos como a inteligência artificial, big data e até a internet das coisas passaram a fazer parte da rotina de inúmeros escritórios.

Com o Direito 4.0 o advogado tem à sua disposição recursos tecnológicos que auxiliam em uma atuação mais estratégica e no processo de tomada de decisões. Enquanto no Direito 3.0 o advogado ganhou agilidade para executar as tarefas do dia a dia, no Direito 4.0 o trabalho intelectual também ganha mais valor, já que com esses novos recursos o profissional pode oferecer uma abordagem mais estratégica ao cliente.

A evolução do Direito.

O Direito 4.0 também é o resultado de uma evolução da área jurídica. Para se chegar a uma nova fase, em que os advogados contam com o suporte de robôs para realizar o trabalho, foi necessário passar por diversas transformações.

O Direito 1.0, por exemplo, foi a fase em que as atividades jurídicas eram executadas praticamente de forma artesanal. Lembra-se do tempo em que as petições eram redigidas em máquina de escrever? E o controle das publicações que era feito a partir de recortes do Diário Oficial? Sim, durante um bom tempo as tarefas de um escritório de advocacia eram realizadas de forma manual. E, como resultado, a prestação de serviços era pouco eficiente e bastante cara.

Com a chegada dos editores de texto e planilhas, o cenário mudou. Somado a isso, o surgimento dos Juizados Especiais aumentou a demanda no contencioso. Essa fase em que o advogado ganhou mais rapidez para executar sua rotina básica é chamada de Direito 2.0 e foi marcada pelo início da automatização das rotinas.

Na sequência, os softwares jurídicos, aplicativos, processo eletrônico e certificado digital inauguraram a fase do Direito 3.0. Nela, o advogado conseguiu automatizar as rotinas e eliminar os serviços de suporte. Com mais agilidade, o advogado teve mais tempo para se focar no core business do seu escritório.

E, por fim, principalmente com a chegada da inteligência artificial, o Direito ganha uma nova fase, a Era do Direito 4.0 em que o advogado tem recursos estratégicos que beneficiam não apenas o dia a dia do escritório, como também a construção de estratégias e o processo de tomada de decisões.

O Direito 4.0 e novo advogado.

A utilização de recursos tecnológicos avançados no dia a dia do advogado mudou não apenas a sua rotina, como também a sua forma de pensar.

Para se destacar no mercado não basta oferecer eficiência e bons serviços. É preciso que o advogado entregue valor ao seu cliente. E, para gerar essa percepção de valor, o uso dessas novas tecnologias são essenciais.

Hoje, por exemplo, com o uso da Jurimetria, o advogado consegue montar teses mais estratégicas, considerando o interesse do seu cliente. Da mesma forma, ele consegue prestar todo o suporte, sem que para isso precise perder horas no atendimento.

Em tempo: Jurimetria é a estatística aplicada ao direito, em uma análise simples e direta. Tem sido utilizada em conjunto com softwares jurídicos num modelo de tentar prever resultados e oferecer (daí a questão estatística) probabilidades e valores envolvidos nestas análises.

Bom, se você ainda tinha alguma dúvida sobre o uso da tecnologia no Direito, esperamos ter ajudado.
Afinal, o Direito 4.0 é um caminho sem volta e que pode aprimorar a prestação dos serviços jurídicos.

Advogados que resistem à essa nova fase, podem acabar perdendo espaço no mercado e boas oportunidades. Afinal, as inovações tecnológicas no direito são, na verdade, aliadas imprescindíveis.

Portanto, agora que você já sabe como utilizar a tecnologia como sua aliada, a primeira ação a ser tomada é contar com um bom software jurídico no seu escritório. O Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD em 2008, é líder no segmento e foi pensado para aprimorar a organização das suas rotinas jurídicas.

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Softwares Jurídicos: sinônimo de produtividade na advocacia.

Em um mercado competitivo como o da advocacia, a produtividade do seu escritório deixou de ser um diferencial para se transformar em pré-requisito. Por isso, todo advogado de visão sabe que: tempo é dinheiro e um bom software jurídico é sinônimo de produtividade.

Não por outra razão, o segredo do sucesso de muitos escritórios está ligado a capacidade de fazer mais em menos tempo. Mas, como é possível aumentar a produtividade na advocacia? A tecnologia pode ser a resposta.

Sim, com a evolução dos softwares jurídicos, os advogados têm mais recursos para alcançar a alta performance. Veja como isso é possível.

Software jurídico e produtividade: automatize as atividades de suporte.

Para que a alta produtividade seja uma realidade no dia a dia da advocacia é essencial observar a rotina dos escritórios e todo o fluxo das atividades de suporte envolvidas nela.

Conferir publicações, agendar prazos, buscar o andamento nos sites dos tribunais. Não importa a tarefa, quando ela não é feita de forma automática, pode ter certeza de que um time de advogados e estagiários está “perdendo” tempo com isso – e sem precisar.

Alguns softwares hoje são capazes de automatizar tarefas relacionadas ao andamento de processos. Buscar publicações nos sites do Diário Oficial, definitivamente, virou coisa do passado. Com os softwares, as publicações são registradas de forma automática, ampliando assim a sua produtividade.

Não perca tempo procurando documentos.

Documentos são uma parte fundamental na rotina dos escritórios de advocacia. Por isso, organizá-los é o primeiro passo para ser mais eficiente. Porém, isso ainda não é o bastante.

Muitas vezes, dois advogados precisam consultar um documento simultaneamente e, quando os documentos não estão disponíveis no meio digital, é comum perderem tempo para encontrá-los. Com um software jurídico é possível fazer uma gestão de contratos e documentos bem mais eficiente e encontrar aquilo que você precisa com um clique.

Aproveite melhor os seus deslocamentos e o home office.

A maioria das empresas já sabe que flexibilizar a rotina ajuda na produtividade de muitos funcionários. Por esta razão, cada vez mais as empresas adotam o home office como alternativa. Na advocacia, isso também pode ser uma realidade.

Como alguns softwares contam com a tecnologia mobile, o advogado pode trabalhar de onde quiser, com muita segurança e praticidade, sem precisar se deslocar.

Além disso, acessando o software do seu celular, por exemplo, ele pode ter todas as informações que precisa para se preparar melhor para uma audiência ou uma reunião com clientes.

Tenha uma biblioteca de modelos de peças e contratos.

Redigir uma peça ou um contrato do zero leva bastante tempo. Entretanto, usar modelos colhidos da internet pode ser um tanto quanto arriscado. Para não se desgastar escrevendo as mesmas coisas e fazer valer o seu tempo, utilize as boas peças do seu escritório como modelo para causas similares.

Com um software jurídico é possível construir uma biblioteca de modelos de peças jurídicas que podem ser consultadas por todos. Além de facilitar o dia a dia, esse tipo de ação minimiza os riscos de algum estagiário incauto utilizar uma peça da internet com conceitos equivocados para basear a defesa do seu cliente.

Descentralize o atendimento.

Você sabia que a cada vez que você é interrompido o seu cérebro demora cerca de 25 minutos para retomar o mesmo estágio de concentração?

Essa talvez seja a explicação do porquê você não consegue finalizar aquele agravo de instrumento. Afinal, a cada 15 minutos tem um novo cliente ligando. Para evitar esse tipo de situação – que pode custar alguns clientes a menos – descentralize o seu atendimento.

Com um software jurídico é possível registrar e organizar todas as informações dos seus clientes, facilitando que o atendimento seja feito por qualquer membro do time. Basta abrir o sistema, checar as informações e pronto, o advogado tem tudo o que precisa para orientar os seus clientes.

A tecnologia chegou na advocacia para ficar e os softwares jurídicos, sem dúvida, são ferramentas estratégicas no estimulo da produtividade da sua equipe. Por isso, vale a pena escolher a melhor ferramenta para o seu escritório.

É isso. Agora que você já sabe o que precisa para investir em mais tecnologia para o seu escritório de advocacia, está na hora de tomar uma atitude.

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Softwares jurídicos. Economize tempo e recursos utilizando a tecnologia como sua aliada.

Você sabe como um Software Jurídico e o seu orçamento se relacionam? Simples.

A alta competitividade do mercado jurídico transformou a otimização e modernização das rotinas jurídicas em pré-requisito para os escritórios. Além de promover impactos positivos no seu caixa, um software jurídico promove economia de insumos e de tempo, recursos que também refletem no orçamento.

Por isso, contar com uma estrutura enxuta e funcional se tornou essencial para os escritórios de advocacia. Continue a leitura e descubra como um software jurídico impacta no seu bolso e torna mais econômica a estrutura do seu escritório.

Economia de equipamentos e TI.

É verdade que existem muitos softwares jurídicos no mercado. Porém, eles não são iguais. Algumas tecnologias mais antigas exigem equipamentos e técnicos de informática especializados para que o sistema continue funcionando. E isso, naturalmente, gera custos ao advogado.

Hoje, no entanto, os softwares mais modernos ficam armazenados na nuvem, dispensando a necessidade de hardwares e de técnicos, o que traz economia para o escritório. Além disso, a manutenção fica por conta do fornecedor, contribuindo para a estrutura enxuta que comentamos anteriormente.

Para utilizar esses softwares, tudo o que o advogado precisa é um dispositivo conectado à internet. Além do acesso em computadores e laptops, a maioria também permite o acesso remoto, possibilitando que o advogado tenha todas as informações que necessita sobre processos e clientes de qualquer lugar, por meio de um tablet ou smartphone.

Otimização e modernização de rotinas jurídicas: porque tempo é dinheiro.

Todo advogado sabe que tempo é dinheiro. Afinal, a maioria dos profissionais cobra seus honorários com base nas horas trabalhadas pelo cliente e sabe que tempo é um recurso valioso.

No entanto, todo escritório conta com uma série de rotinas que, se não forem automatizadas, podem consumir muito tempo e comprometer a agilidade dos serviços jurídicos. Um dos maiores benefícios de um software jurídico é a automatização de práticas de suporte, fazendo com que o advogado tenha mais tempo para focar no que realmente é necessário.

Essa economia, obviamente, impacta no orçamento do escritório. Afinal, com mais tempo, o advogado pode prospectar mais e fazer crescer a sua carta de clientes.

Economia de papel.

Você já parou para calcular quanto o seu escritório gasta com impressões e papel?

Muitos advogados não se atentam a este tipo de despesa, no entanto ela pode trazer enormes prejuízos para o orçamento. Além de não incentivar o uso do papel e as práticas manuais, os escritórios devem apostar em uma boa gestão de documentos, possibilitando que o acesso a eles seja totalmente digital. Isso diminui a necessidade de impressões e do uso do papel. Assim, o seu bolso e a natureza agradecem.

Com um software jurídico é possível economizar em papel e impressões, gerando uma bela economia no orçamento.

Ter uma estrutura enxuta e funcional é uma tendência para a maioria das empresas. E os escritórios de advocacia não escapam desse modelo. Para quem ainda não apostou na tecnologia como uma boa aliada, fica a dica: vale muito a pena fazer um teste.

Agora que você já sabe o que precisa para investir em mais tecnologia para o seu escritório de advocacia, está na hora de tomar uma atitude.

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Guia prático para blindar seu escritório de erros com intimações.

Diariamente, o universo dos escritórios de Direito gera uma gama inimaginável de documentos. Assim, todos os dias, são emitidas milhares de intimações que tratam dos mais variados assuntos. Você sabe dizer quais são as principais – e piores – consequências de erros ao lidar com intimações judiciais?

As intimações são parte importante na rotina de trabalho de um advogado. Trata-se de uma notificação que tem por objetivo notificar as partes a realização de algum ato processual – seja ele passado ou futuro.

Geralmente as intimações apresentam um prazo, que deve ser observado pelo profissional. Por isso, é importante que o advogado esteja sempre atento às intimações relacionadas aos seus clientes e casos em tramitação.

Nesse artigo vamos comentar sobre as consequências negativas dos erros ao lidar com intimações. Descubra quais podem ser os prejuízos para você e para os seus clientes quando as intimações não são recebidas e analisadas corretamente.

Importância da intimação.

Antes de falarmos especificamente sobre os erros ao lidar com intimações, vale a pena entender a importância das intimações para os advogados.

Conforme indicamos, as intimações funcionam como uma notificação, comunicando as partes sobre algum ato processual já realizado ou prestes a acontecer. Logo, trata-se de um ato essencial para o perfeito deslinde processual.

Além disso, a intimação garante o devido processo legal. As partes, ao receberem a intimação, podem tomar providências em seu interesse, como interpor um recurso, efetuar o pagamento ou qualquer outro ato processual de defesa.

Consequências de erros no recebimento e análise de intimações.

Fique atento aos erros que podem ser cometidos até mesmo por advogados experientes.
Escritórios de advocacia recebem um grande volume de intimações. Quanto maior o número de processos em andamento, maior o número de notificações emitidas.

Por isso, é fundamental acompanhar de perto as intimações. A assertividade no recebimento e análise dos documentos é crucial para o desempenho do seu escritório.

Perda de prazos.

Um dos principais erros é não analisar corretamente o teor da intimação. Isso acontece especialmente quando a busca pelas intimações acontece de forma manual.

Nesse caso, o advogado pode negligenciar informações, identificar de forma equivocada o seu teor ou até mesmo os prazos relacionados. As consequências práticas podem ser muitas, incluindo a prescrição do prazo.

Atrasos.

Ao receber uma intimação, é fundamental que o advogado informe ao cliente o teor do documento. Algumas intimações não envolvem atos importantes, mas outras podem exigir das partes uma tomada de decisão.

Por isso mesmo, o advogado deve informar o cliente o mais rápido possível. A transparência é um dos deveres do profissional na prestação da assistência jurídica técnica.

Desorganização.

Já que estamos falando sobre as consequências dos erros, aqui está um dos que mais assombram os advogados quando se trata de intimações: a desorganização.

Quando o advogado comete erros no recebimento e / ou análise de intimações, a desorganização da sua rotina jurídica é uma das consequências. Afinal de contas, é preciso ter assertividade para planejar as tarefas que serão executadas.

Depois que um advogado recebe uma intimação, uma série de medidas precisa ser tomada. Pode ser necessário criar uma peça processual, como a de recursos, comparecer a uma audiência ou realizar qualquer outro ato requerido na intimação. E para que esses atos sejam realizados de forma adequada, a organização é indispensável.

Outras consequências dos erros ao lidar com intimações.

Vale a pena destacar que as consequências jurídicas de erros relativos a intimações, variam de acordo com a natureza da ação que tramita. Tudo vai depender da intimação e do seu conteúdo.

Por exemplo, algumas intimações possuem caráter mandamental. Nesse caso, o ato indicado é compulsório. Caso o advogado ou escritório deixem de cumprir o ato, ambos cometerão crime de desobediência.

Como você pode ver, os erros ao lidar com intimações podem gerar uma série de consequências negativas. Por isso, é importante pensar estratégias de recebimento, análise e acompanhamento de intimações que sejam assertivas e eficientes.

Agora que você já sabe o que fazer para melhorar o seu desempenho quando o assunto for organização, que tal investir em um sistema de automação para o seu escritório?

Para evitar problemas com a desorganização, por exemplo, a primeira ação a ser tomada é contar com um bom software jurídico para te ajudar. O Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD em 2008, é líder no segmento e foi pensado para modernizar o Direito e os escritórios de advocacia.

Atualmente, mais de 80 mil advogados em todo o Brasil utilizam o software. Pensado para cuidar da gestão de escritórios jurídicos, o Integra oferece, entre outras coisas, o TESTE GRÁTIS do serviço de captura de Intimações Eletrônicas (EPROC / PROJUDI / PJE) nos primeiros 30 dias do período da sua gratuidade.

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Como evitar dores de cabeça com processos eletrônicos.

A ideia de “cuidar” de um escritório jurídico e acabar cercado por uma montanha de processos e pilhas de papel parece muito antiga, não é mesmo? Principalmente porque trabalhos burocráticos e repetitivos são um convite aos erros por desatenção da equipe.

Sabemos, por exemplo, que é muito comum escritórios perderem, confundirem ou negligenciarem prazos. Para evitar esses erros – que comprometem o sucesso dos processos – é importante automatizar processos como o monitoramento de intimações judiciais.

O que são processos eletrônicos.

Processo eletrônico é o processo no qual todas as peças processuais (petições, certidões, despachos etc.) são virtuais. Ou seja, as peças foram digitalizadas em arquivos para visualização por meio eletrônico. Assim, não há utilização de papel. Neste caso, diz-se que os autos do processo estão digitalizados.

Totalmente consolidado na rotina do advogado moderno, o processo eletrônico é um meio de facilitar o avanço das causas jurídicas, funcionando também como um agente de economia, tanto dos meios físicos (papel e equipes), quanto do seu valoroso tempo.

Comprometer o seu tempo para monitorar processos é sinônimo de desperdício de dinheiro.Embora, em tese, os processos eletrônicos devam ser mais simples de se acompanhar, um advogado que ainda os monitora um a um, certamente, está perdendo um tempo valioso. Sim, escalar um advogado para cuidar exclusivamente de processos eletrônicos é um erro. Isso acaba prejudicando a sua produtividade já que ele acaba ficando sem tempo para se dedicar as tarefas mais estratégicas do escritório, como estudos de causa, diálogo com clientes ou preparação de audiências.

Não dá para fazer tudo com a mesma qualidade e, quando você divide a atenção da sua equipe, questões fundamentais se perdem. A seguir, vamos apresentar algumas ideias para acabar com esse drama.

1 – Automatização desse tipo de procedimento.

O uso de um sistema que automatize a sua controladoria jurídica pode simplificar demais o acompanhamento dos processos jurídicos. Esse tipo de sistema é utilizado por vários escritórios e o seu com certeza pode se beneficiar também desse tipo de esforço.

2 – Definição de regras sobre o tema.

Um escritório de Direito precisa definir como vai funcionar o acompanhamento dos processos jurídicos, de fato. Isso porque se essas normas estão claras fica mais fácil para os advogados resolverem as questões e se manterem atentos.

Regras servem para simplificar situações, não para piorá-las, e quando elas estão estabelecidas fica mais fácil solucionar questões e tornar tudo mais compreensível e prático para quem está envolvido.

3 – Clareza sobre prioridades e prazos.

Essa prática também é bem importante. Quando uma empresa tem bem definidos os prazos e detalhes sobre cada processo, o advogado de cada causa fica sempre mais tranquilo, podendo focar no que realmente é relevante para que ele tenha os melhores resultados.

Sem isso fica muito complicado conseguir manter tudo nos eixos, com o devido cuidado e a atenção que as boas práticas de gestão exigem.

Sendo assim, se você quer que os processos jurídicos se mantenham bem acompanhados é fundamental abraçar a tecnologia, contar com regras específicas e definir prazos relacionados. Isso tudo vai te ajudar a chegar nos resultados necessários para o seu escritório de Direito.

Bom. Que tal um último conselho?

Investir em sistemas e programas de automação para o seu escritório sempre é uma boa ideia.

Agora que você já sabe o que fazer para evitar problemas com processos eletrônicos, a primeira ação a ser tomada é contar com um bom software jurídico para te ajudar. O Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD em 2008, é líder no segmento e foi pensado para modernizar o Direito e os escritórios de advocacia.

Atualmente, mais de 80 mil advogados em todo o Brasil utilizam o software. Pensado para cuidar da gestão de escritórios jurídicos, o Integra oferece, por exemplo, nos primeiros 30 dias do período da sua gratuidade, o TESTE GRÁTIS do serviço de captura de Intimações Eletrônicas (EPROC / PROJUDI / PJE).

Acesse www.promad.adv.br e conheça melhor o Integra, o software jurídico do advogado brasileiro.

3 pequenas ações para as pessoas amarem trabalhar no seu negócio.

Você sabia que identificar os desafios da gestão de pessoas em um escritório de Direito é uma tarefa para lá de complexa?
Sim, até quem está no ramo há anos tem dificuldade para mapear o perfil de uma equipe e assim extrair dela o potencial máximo.

Mas, existem algumas ações simples que te ajudam a descobrir o que está dando certo ou errado na sua empresa quando se trata de gestão de pessoas. Se você gerencia um escritório ou empresa nesse segmento, as informações abaixo vão te ajudar.

A importância da gestão de pessoas.

Grandes empresas – nacionais e internacionais – sabem a importância de melhorar diária e continuamente a gestão de pessoas.

Entretanto, a gestão não é útil apenas para grandes corporações. Pequenos e médios empreendimentos também podem ganhar – e muito – ao melhorar seus processos internos e gerenciar melhor os seus ativos e recursos humanos.

Seja você CEO, estagiário ou um novo gerente, saber trabalhar com outras pessoas é importante para que o seu empreendimento cresça. Mas, antes de falarmos especificamente sobre as ações simples que você pode adotar para melhorar a gestão de pessoas, vale a pena entender o conceito e aplicação da gestão dentro de empreendimentos jurídicos.

O gerenciamento de pessoas é um tópico amplo, que abrange temas inerentes as empresas modernas como, por exemplo, a organização, a resolução de problemas e a produtividade dos colaboradores. Ou seja, a gestão contribui para despertar e desenvolver habilidades pessoais úteis para o negócio. Essas habilidades podem ser a comunicação, a proatividade, o senso de trabalho em equipe e o comprometimento para com as metas e objetivos.

Para manter as boas práticas na gestão de pessoas, algumas pequenas ações devem ser colocadas em prática no dia a dia do gestor. Veja agora quais são as principais e mais propositivas:

1. Escutar os colaboradores.

O bom gestor precisa estar sempre atento aos pormenores, manter o contato visual, as anotações e os seus apontamentos em dia.

Saber ouvir também é uma qualidade essencial para a função de gerenciamento e, essencialmente, se revela antes mesmo de você conversar com um funcionário. O gestor deve estar sempre com a mente aberta, não fazer julgamentos antecipados e nem tomar conclusões sem apurar fatos, adotando uma postura sempre diplomática em reuniões.

Então, uma das ações mais simples e eficientes para melhorar a gestão de pessoas é escutar verdadeiramente os colaboradores. Dessa forma, eles podem se sentir mais à vontade para interagir e participar ativamente.

2. Separe os problemas pessoais dos problemas organizacionais.

Muitas vezes os funcionários terão problemas e você deverá estar disponível para ajudar a encontrar soluções. No entanto, nem todos os problemas são criados no ambiente profissional.

São duas as causas gerais de um problema envolvendo funcionários e colaboradores: fatores pessoais e fatores organizacionais. Nem sempre é fácil identificar a fonte de um problema sem antes dialogar com a pessoa em questão.

Identificar se o problema é de ordem pessoal ou profissional é importante, na medida em que cada problema exige soluções diferentes. Não adianta, por exemplo, modificar o ambiente da empresa, se o problema tiver como origem o ambiente externo.

3. Entenda o propósito de cada funcionário.

Para se comunicar com os funcionários e ter empatia com eles, você precisa entender o que os atrai de verdade. Ou seja, o que os motiva a estar no escritório todos os dias e trabalhar. Esse é o propósito individual.

Quando o gestor se torna consciente do propósito, perspectivas e objetivos de cada um dos colaboradores, a gestão se torna muito mais intuitiva e personalizada.

Não é possível melhorar a gestão das pessoas sem escutá-las e saber o que as leva a sair de casa e passar horas e horas em um ambiente de trabalho. Ao entender o propósito de alguém, você é capaz de se conectar com essa pessoa.

Essas são as ações simples que podem ser implementadas para melhorar a gestão de pessoas no seu negócio jurídico.
Lembre-se de que os seus colaboradores e funcionários são os grandes responsáveis pelos resultados do seu negócio.

Entretanto, para poder dedicar algumas horas do seu dia às boas práticas da gestão de pessoas, você precisa estar com a sua rotina jurídica bem resolvida. Só assim a sua agenda vai poder absorver novos compromissos.

Agora que você leu mais sobre a importância das boas práticas da gestão de pessoas, já sabe por onde começar para organizar o seu escritório. Então não perca mais tempo e comece a automatizar as suas rotinas jurídicas.

O primeiro passo para adotar boas práticas de gestão é contar com um bom software jurídico no seu escritório. O Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD em 2008, é líder no segmento e foi pensado para aprimorar as suas rotinas.

Atualmente, mais de 80 mil advogados em todo o Brasil utilizam o software. Pensado para cuidar da gestão de escritórios jurídicos, o Integra te ajuda, por exemplo, com a agenda, o fluxo de caixa, captura de intimações de sistemas eletrônicos entre outras funcionalidades. Acesse www.promad.adv.br e conheça melhor o Integra, o software jurídico do advogado brasileiro.

4 dicas de ouro para controlar de vez as despesas do seu escritório de advocacia.

A saúde financeira do seu escritório de advocacia depende de um bom controle de receitas e despesas. Portanto, para garantir o futuro e a sustentabilidade do seu negócio, é essencial investir em planejamento de forma estruturada. Além de adotar boas práticas, você precisa de organização para garantir os resultados almejados.

Sim, uma gestão financeira eficiente oferece ao advogado um panorama real sobre o escritório para que ele invista com segurança e não se comprometa com a falta de recursos. Para quem busca um futuro promissor na profissão, adotar algumas medidas é, no mínimo, prudente. Se você anda meio desatento com as despesas do seu escritório de advocacia, confira a seguir as 4 dicas de ouro para implantar de vez uma boa gestão financeira no seu negócio.

1. Separe as despesas pessoais das despesas do escritório.

É muito comum que advogados, especialmente aqueles que atuam em escritórios de pequeno e médio porte, misturem as contas pessoais com as da banca. Essa prática, embora seja corriqueira e aparentemente inofensiva, geralmente impacta negativamente o orçamento do seu escritório, podendo inclusive gerar dívidas. Por isso, o primeiro passo é separar e controlar rigorosamente as despesas pessoais das do escritório. É fundamental também que essa prática seja disseminada entre os sócios e todos se controlem mutuamente para evitar as famosas “escorregadas”.

2. Identifique as receitas e despesas.

Para que você tenha um bom panorama financeiro do seu escritório, é fundamental subtrair das suas receitas todas as despesas, custos e impostos. Essa conta é o que determina o limite entre o que é lucro e o que é prejuízo para o advogado. Por isso, um dos primeiros passos é identificar todas as receitas e despesas do seu negócio. Isso inclui documentar tanto os custos fixos quanto os variáveis, para saber como a sua banca está de fato operando.

O uso de um software jurídico pode ser uma boa medida para um controle mais criterioso das suas receitas e despesas. Com essa ferramenta, o advogado elimina o uso daquelas planilhas complexas do Excel e automatiza o controle interno de uma forma bem simples e intuitiva. Com o software ideal também fica mais fácil fazer previsões financeiras e investir com maior assertividade.

3. Preserve o seu capital de giro.

O capital de giro é o montante de recursos necessários para que um escritório de advocacia funcione, mesmo que não haja recebimentos suficientes. Por isso, é fundamental que o advogado reserve e proteja este capital, garantindo maior poder de negociação e melhores condições de
pagamento aos clientes. Trata-se de todos os bens do escritório que podem ser convertidos em capital a curto prazo, desde o dinheiro em caixa até saldos em bancos, aplicações financeiras, entre outros. O capital de giro varia de acordo com o porte do escritório, mas todo e qualquer negócio deve manter no radar a saúde do seu montante.

4. Organize-se para investir no seu escritório.

A advocacia vem se transformando na mesma velocidade das inovações tecnológicas. Se há pouco tempo os advogados realizavam demandas utilizando fichas de papel, hoje, esses profissionais já trabalham com os processos digitais e têm acesso a eles quando e onde quiserem.

Por isso, cada vez mais o advogado precisa investir em modernização para dar conta das demandas do seu dia a dia. Para não comprometer o capital de giro do escritório – e também o orçamento – é fundamental ter organização. Assim, o advogado pode se educar para investir a curto, médio e longo prazo, sem que isso comprometa o seu desempenho financeiro.

Bom, agora que você já sabe por onde começar, chegou a hora de pensar seriamente em automação de rotinas jurídicas e colocar as finanças em dia. Para tanto, o primeiro investimento a ser feito é na aquisição de um bom software jurídico no seu escritório.

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