5 dicas para você cuidar bem da sua imagem na Internet.

Você sabia que o Brasil figura entre os países mais ativos nas redes sociais, contabilizando altos índices de acesso e engajamento.

Uma pesquisa realizada em janeiro de 2022 pela empresa de cibersegurança NordVPN, demonstrou que o tempo médio semanal que os brasileiros ficam online cresceu.

Em média, os brasileiros se conectam às 8h33 da manhã e saem às 22h13 da internet. Em uma semana típica, calcula-se que os entrevistados passam mais de 91 horas usando a internet, o que equivale a quase quatro dias. Dessas 91 horas semanais, pouco mais de 19 são gastas trabalhando, enquanto as restantes — quase 72 horas — para diversas atividades online, entre elas, buscar produtos e serviços.

Bom, na prática, isso significa que as redes sociais são uma poderosa ferramenta de venda e comunicação direta com os clientes. Na advocacia não é diferente. Portanto, se você ainda não tem uma boa presença on-line, está praticamente invisível aos olhos do mercado. Sim, as redes sociais são excelentes canais para conectar advogados, clientes e parceiros.

Mas, para criar uma boa imagem do seu escritório e torná-lo mais atrativo para o público nas redes sociais, você precisa fugir de erros bastante comuns. Então, antes de se conectar com o seu público digital, confira as dicas desse artigo.

1. Não crie canais e perfis em várias redes sociais.

Muitos advogados sem experiência com o marketing jurídico da Era Digital caem nessa armadilha e, por impulso, saem criando canais e perfis profissionais em redes sociais diferentes. Esse é um erro bastante comum e acaba comprometendo os seus resultados.

Uma boa dica é estudar criteriosamente os ambientes virtuais para descobrir onde os seus principais parceiros e potenciais clientes são mais ativos. Assim, antes de criar uma fanpage no Facebook, página no LinkedIn ou contas no Instagram e no Twitter, saiba quais são as redes que mais atraem o seu público.

Manter os seus canais ativos, com um bom conteúdo, não é uma tarefa fácil e requer dedicação. Por isso, seja estratégico e, antes de sair criando mil redes, escolha bem onde você quer estar e postar com frequência.

2. Pense muito bem no tipo de conteúdo que você vai publicar.

Além de ser estratégico na escolha dos canais, o advogado precisa planejar muito bem a sua linha editorial para qualificar as postagens. É fundamental usar as redes sociais como uma forma de atrair tráfego para o seu site e, consequentemente, clientes.

Portanto, procure ser referência publicando conteúdos relevantes para fidelizar o seu público. Assim, você conseguirá não apenas chamar a atenção como também gerar autoridade e levar o seu potencial cliente a conhecer um pouco mais sobre você e o seu escritório.

3. Interaja com os seus seguidores.

Além de criar um conteúdo de qualidade e que desperte o interesse do seu público, é essencial que o advogado invista na interação com seus seguidores. Até porque, eles podem ser clientes em potencial.

Um erro recorrente nos escritórios de advocacia – e em outros negócios presentes nas redes sociais – é justamente não responder quem faz perguntas ou comentários. Isso faz com que futuros clientes sejam desprezados. Bom, quem não recebe a devida atenção, naturalmente, vai perder o interesse em você.

Sabemos que a rotina de um advogado é bem agitada. Portanto, se você não tem tempo para gerenciar as suas redes sociais, contrate um profissional especialmente para isso. É essencial criar um relacionamento positivo para gerar confiança e curiosidade nos clientes.

4. Não exponha casos e, principalmente, clientes.

Nós sabemos: a tentação é grande quando você ganha aquele causa importante. Mas, muitas vezes, ser discreto é a melhor tática. Isso porque, expor um caso e consequentemente um cliente, pode custar caro para a reputação do escritório.

Então procure sempre agir com a máxima discrição e crie apenas conteúdos que informam e interessam ao seu cliente. Nada de contar histórias, casos e problemas de clientes que já receberam o seu suporte.

5. Fique atento às restrições do Código de Ética.

Tanto o Provimento 94/00 da OAB quanto o Código de Ética são claros ao determinarem que a publicidade na advocacia é permitida, desde que o conteúdo veiculado através dela seja meramente informativo. O advogado, portanto, pode investir em estratégias de mídias sociais. No entanto, o conteúdo das postagens deve ser meramente informativo e não comercial.

Se você pretende usar as redes sociais para fazer bons negócios, considere também contratar um profissional especializado para elaborar postagens que efetivamente engajem e sejam úteis ao seu público.

Na medida em que os algoritmos estão evoluindo, as redes sociais estão cada vez demandando mais profissionalismo. Seja cauteloso e não deixe margem para interpretações e polêmicas vazias nas postagens do seu feed.

É isso. Ter uma boa presença online é imprescindível para qualquer advogado. Então, se você quer ser encontrado pelos seus clientes e ganhar mais visibilidade, não deixe de marcar presença na internet e, muito menos, de contar com um bom site.

Dito isto, anote essa “dica bônus”: o nosso serviço de Site para Advogados.

Podemos te ajudar a obter um site profissional em poucos cliques, de forma rápida e intuitiva.

Ah, e aqui no blog do PROMAD você encontra outros artigos sobre o tema para ler antes de partir para a ação. Lembre-se, os advogados conectados na internet e nas evoluções tecnológicas do Direito estarão sempre na frente da concorrência.

Como gerar indicadores de sucesso na advocacia?

Muitos advogados confundem tecnologia com mágica. Isso porque, acham que os softwares jurídicos trabalham sozinhos. Não é bem assim.

Para gerir informações dentro de qualquer software disponível no mercado, não basta apenas lançá-las no sistema. O advogado deve extrair as informações de forma que elas respondam perguntas como:

Quantos processos ativos tenho? Quantos clientes atendo por mês? Qual a rentabilidade do processo? Qual o meu percentual de captação de clientes?

Para ajudá-los a encontrar as respostas, divido com vocês uma técnica que trará vários insights sobre gestão e marketing: o Método SMART.

Criada em 1981 pelo americano George T Doran em um artigo publicado na Management Review Publication, a sigla inglesa SMART significa:

Specifc;

Measure;

Achievable;

Relevant;

Time-based.

Vamos explicitar aqui cada uma delas:

Specifc- Específico.

O indicador deve ser específico e focado no seu negócio. Pense em perguntas como:

Qual é o seu negócio? Qual a dor que o seu negócio resolve? Qual a tecnologia que pode auxiliar na solução do seu problema?

Assim, o indicador deve responder questionamentos do seu negócio para o seu cliente, sem ser genérico.

Por exemplo: um indicador que traz todas as audiências de um determinado período. Ele pode ser interessante, mas não responde a dor do cliente. Será necessário ser mais específico, dizendo que tipo de audiência (Inicial, UNA, Instrução, Inquirição Prévia de Testemunhas etc.), qual o resultado da audiência (indicador que evidencie um relatório da audiência) entre outros.

Measure – Mensurável.

Além de específico, o indicador deve ser mensurável em números, percentuais e unidade de medidas. Pense e repense quais os indicadores que você tem hoje? Quais as suas finalidades? Quais perguntas eles te respondem? 

Destas respostas virão os números. Neste caso cabe um destaque: indicadores são mais do que números! Aprenda que um indicador ideal tem todos os elementos SMART e não apenas um deles.

Não se baseie na tomada de decisão apenas pelo mensurável. Medir sim, sempre. Porém, gerir e tomar decisões baseado apenas em números é um erro estratégico.

Achievable – Alcançável.

Para ser alcançável, o indicador deve cumprir o seu propósito de responder as perguntas as quais ele se propõe a medir e controlar.

Quando criamos os indicadores pensando na sua estratégia e nas perguntas que vai responder, este tópico fica simples, posto que para a informação se fazer alcançável, ela deve ser lançada previamente de forma pensada, desenhada.

O que nos remete aos exemplos já feitos e ao próximo item, uma vez que além de específico, mensurável e alcançável, ele deve ser relevante.

Relevant – Relevante.

Para ser relevante, o indicador deve ser pensado como a resposta das perguntas que impactam o negócio e o cliente do negócio.

Fazer um indicador para saber quantas réplicas o escritório fez pode não ser relevante. Quando vejo as réplicas como atividades de um colaborador, posso perceber relevância em quantidade de tempo, tarefas e aproveitamento do colaborador do negócio. Assim criei relevância ao indicador (embora o indicador de quantas foram feitas será executado no contencioso/processual e a análise como tarefa e tempo de elaboração pode ser por timesheet – outro módulo) o que nos mostra que analisar a relevância não é uma tarefa simplista.

Pense no indicador que está sendo criado, para quem está sendo criado, quais as premissas da sua criação e uso. Assim, ele terá os atributos necessários para ser relevante.

Time-based – Baseado no tempo.

O indicador não pode ser analisado solto no tempo. Portanto, fundamental estabelecer na estratégia o quesito tempo para que tenhamos resultados efetivos.

Por exemplo, saber quantos clientes foram conquistados nos últimos 3 meses é útil, mas dependendo da área de atuação e questões do mercado, você pode precisar de 6 meses para ter um retorno efetivo dos números, que podem estar mascarados por períodos de férias, recesso etc.

O lapso temporal para análise e contexto é um diferencial essencial para que o indicador atinja seus objetivos. Então, resumidamente, criar indicadores relevantes envolve diversas variáveis que merecem atenção redobrada.

Gostou das dicas? Em caso de dúvidas me coloco à disposição para conversarmos mais sobre o tema.

Até a próxima.

6 virtudes que os sócios gestores do escritório de advocacia devem ter.

Nos pequenos escritórios, normalmente, as atividades tradicionais e rotinas jurídicas dos sócios acabam se somando a gestão do negócio. No entanto, na medida em que a sociedade cresce, é essencial que o sócio gestor assuma atividades focadas no desenvolvimento da sociedade, deixando de lado a prestação de serviços jurídicos.

Mais do que concentrar sua atuação nos bons resultados do escritório, o sócio gestor deve se preocupar em desenvolver algumas capacidades e habilidades para instaurar as boas práticas de gestão no seu negócio e realizar um bom trabalho.

Tais capacidades, serão primordiais para o sucesso e podem ser um diferencial entre um escritório com um futuro próspero ou uma sociedade de advogados que não consegue crescer.

Para te ajudar nesse desafio, separamos algumas dicas nesse artigo. Boa leitura.

1. Acione a sua visão empreendedora.

Só com uma visão empreendedora, o advogado é capaz de fazer mudanças na estrutura do escritório e conquistar melhores resultados. Por isso, o bom gestor deve estar com os olhos bem abertos para o mercado. Além de identificar oportunidades, ele deve saber se o posicionamento do seu escritório e as estratégias traçadas estão trazendo os resultados pretendidos.

Ao invés de cortar gastos e demitir colaboradores, um gestor empreendedor busca desenvolver áreas com maior demanda, moderniza os serviços para conquistar mais clientes e sabe como otimizar a estrutura sem que isso demande sacrifícios que comprometem o clima organizacional.

2. Estreite os seus laços com as inovações da área.

Além de ter uma visão empreendedora, o sócio gestor deve estar aberto e pronto para inovar.

A advocacia é uma profissão bastante tradicional. Porém, com o desenvolvimento da tecnologia, os escritórios que se recusam a se modernizar estão perdendo espaço e competitividade no mercado. Não tem jeito! A modernização é um caminho sem volta.

Porém, saber quais ferramentas adotar e quais são os recursos que são capazes de trazer mais resultados é uma decisão do sócio gestor. Logo, ele deve estar aberto para a inovação e deve saber avaliar quais são os recursos e ferramentas que permitem a melhoria do escritório como um todo.

3. Mantenha uma boa comunicação.

Outra virtude que deve ser trabalhada e aprimorada em um sócio gestor é a boa comunicação.

Um sócio gestor que não sabe transmitir sua mensagem e não deixa claro quais são suas estratégias e metas para a sociedade e seus colaboradores, acaba perdendo sua posição de liderança e deixa de inspirar os demais membros da sociedade. Uma boa comunicação é a base para engajar, agregar e fazer com que o seu time dê mais pelo seu escritório.

Logo, uma boa comunicação é essencial para um sócio gestor.

4. Seja sincero e honesto.

Quando um sócio gestor age com honestidade e é sincero, os demais advogados acabam acreditando no propósito maior do escritório e agem com mais confiança. A postura de um sócio gestor deve atrair e inspirar.

Por isso, a transparência nas ações, compreendida como a sinceridade e a honestidade são essenciais para quem ocupa essa função dentro de uma sociedade de advogados.

5. Seja exigente.

Um bom sócio gestor deve ser exigente com o seu time. Isso não significa ser grosseiro, ou agir com agressividade. Pelo contrário, é possível ser exigente agindo com respeito e franqueza.

Mostre sempre ao seu time de advogados o que você espera deles. Da mesma forma, mostre aos sócios quais são as metas e resultados que eles devem buscar em prol dos resultados para o escritório. Trabalhe com metas possíveis, mas cobre do seu time que elas sejam realizadas.

Falar por falar não traz respeito, inspiração e muito menos resultados. E um sócio gestor deve agir para conquistar todas essas coisas.

6. Aprenda a ouvir.

O sócio gestor deve estar sempre a par de tudo o que acontece dentro do seu escritório. Mais do que estar atento, esse profissional também sabe ouvir os seus funcionários e adequar as rotinas e práticas do escritório em prol de melhores resultados.

Ter um bom relacionamento e as portas abertas para escutar o seu time de advogados é essencial se você quer ser um bom sócio gestor. Eles devem ter a certeza de que parte do seu trabalho é proporcionar melhorias e devem ter a confiança necessária para “abrir o jogo” quando algo não está bem, sem que isso os prejudique profissionalmente.

Ser um sócio gestor requer uma série de habilidades e não somente virtudes. Mais do que o perfil, quem deseja ocupar essa posição deve ter em mente que sempre é possível desenvolver capacidades e talentos e esse aprimoramento profissional é, na maioria das vezes, um processo constante.

Bom, o objetivo dessas dicas é te ajudar a mudar a mentalidade da sua empresa e, por consequência, da sua equipe. Empresas de advocacia têm dinâmicas bem específicas de funcionamento e, na maioria das vezes, não têm nada em comum.

Sendo assim, se você almeja ser um sócio gestor melhor, fique atento ao dia a dia do seu escritório e da sua equipe para ter uma noção exata dos seus próximos passos.

Agora que você já sabe por onde começar, a primeira ação a ser tomada é contar com um bom software jurídico para te ajudar com o seu escritório.

Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD em 2008, é líder no segmento e foi pensado para modernizar o Direito e os escritórios de advocacia.

Atualmente, mais de 80 mil advogados em todo o Brasil utilizam o software. Pensado para cuidar da gestão de escritórios jurídicos, o Integra te ajuda, por exemplo, com a agenda, o fluxo de caixa, captura de intimações de sistemas eletrônicos entre outras funcionalidades.

Acesse www.promad.adv.br e conheça melhor o Integra, o software jurídico do advogado brasileiro.

5 motivos para implantar um Software Jurídico no seu escritório de advocacia.

Administrar é a arte de tomar decisões. E, quanto mais alinhadas à estratégia do seu escritório forem estas decisões, maiores serão as suas chances de sucesso, bem como de conquistar clientes e aumentar a receita do escritório.

O aumento da competitividade, por exemplo, obrigou os escritórios de advocacia a dinamizarem as suas rotinas de trabalho. Assim, os softwares jurídicos não são mais uma tendência da área, mas sim, uma realidade.

Tecnologia indispensável na gestão dos escritórios de Direito, um software jurídico oferece recursos que executam todas as tarefas administrativas e operacionais da advocacia, ajudando o advogado moderno a absorver mais demandas e, consequentemente, a aumentar a sua rentabilidade.

Portanto, se você ainda tem dúvidas em relação ao tema, confira as dicas desse artigo. Boa leitura.

1. Compile indicadores e controle a sua rotina.

Com um software jurídico é possível automatizar boa parte da sua rotina jurídica, eliminando as tarefas repetitivas que “roubam” o seu tempo. O software também ajuda a reduzir drasticamente os erros humanos no escritório.

Além disso, um bom software jurídico possui funções e métodos que melhoram o desempenho no trabalho. Uma delas são os indicadores do escritório, ferramenta fundamental para você embasar as suas decisões e contar com uma gestão estratégica focada em resultados.

2. Organize as demandas e mantenha a equipe alinhada.

Com um software jurídico é possível automatizar boa parte da sua rotina jurídica, eliminando as tarefas repetitivas que “roubam” o seu tempo. O software também ajuda a reduzir drasticamente os erros humanos no escritório.

Além disso, um bom software jurídico possui funções e métodos que melhoram o desempenho no trabalho. Uma delas são os indicadores do escritório, ferramenta fundamental para você embasar as suas decisões e contar com uma gestão estratégica focada em resultados.

3. Padronize o seu fluxo de trabalho.

O fluxo de trabalho envolve inúmeros profissionais e engloba desde a recepção até os principais sócios.

Quais são as atividades a serem realizadas? Quem serão os responsáveis? Todos podem ter acesso a determinadas informações? Como é possível gerir o fluxo de trabalho? Com um software jurídico, você pode automatizar tudo isso, delegando tarefas de forma rápida e atualizando os gestores em tempo real.

4. Conte com equipes mais produtivas.

Existem programas que, por meio de seus robôs de automação, automatizam tarefas repetitivas, garantem a extração de informações gerenciais, e integram-se com outros softwares, além de capturar o andamento dos processos nos sites dos tribunais.

A extração de informações gerenciais e dos padrões dos clientes, ações e demandas também podem ser feitas via software jurídico, facilitando assim a vida da sua equipe, já que a análise desses dados promove decisões mais fundamentadas e assertivas.

5. Ganhe mais vantagem competitiva.

software jurídico também é capaz de conferir ao escritório uma enorme vantagem competitiva, decorrente de decisões bem fundamentadas. Isso porque a gestão jurídica se torna mais profissional, organizada e produtiva. Tudo isso corrobora para uma melhor colocação no mercado.

O fato de que os profissionais serão direcionados para as tarefas essenciais do escritório é especialmente importante, pois o material humano sempre será o maior diferencial na advocacia.

Existem outras tantas razões para advogados adotarem um software jurídico. Mas você precisa escolher um programa que forneça ferramentas e soluções adequadas ao seu negócio, evitando os erros mais comuns na hora de gerir o escritório via software.

É isso. Os softwares jurídicos são ferramentas estratégicas e acompanham a evolução diária do Direito e de milhares de advogados.

Agora que você já leu as nossas dicas, pense bem sobre o assunto antes de investir em tecnologia para o seu escritório de advocacia. E, se você nos permite uma sugestão, que tal experimentar o Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD para aprimorar a organização de rotinas jurídicas?

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O poder do titular dos dados não é absoluto!

Perante a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD brasileira, o titular pode solicitar ao controlador dos dados o porque do seu tratamento e inclusive pedir a exclusão pela revogação do consentimento ora dado, se for este a única hipótese de tratamento daquele dado.

Mais precisamente no Parágrafo 1º e seguintes do Artigo 18 da Lei 13.709:

Art. 18. O titular dos dados pessoais tem direito a obter do controlador, em relação aos dados do titular por ele tratados, a qualquer momento e mediante requisição:

§ 1º O titular dos dados pessoais tem o direito de peticionar em relação aos seus dados contra o controlador perante a autoridade nacional.

§ 2º O titular pode opor-se a tratamento realizado com fundamento em uma das hipóteses de dispensa de consentimento, em caso de descumprimento ao disposto nesta Lei.

§ 3º Os direitos previstos neste artigo serão exercidos mediante requerimento expresso do titular ou de representante legalmente constituído, a agente de tratamento.

Fonte: Governo Federal.

Interessante, não?

Podemos perceber, inclusive, as empresas no Brasil se adequando, respondendo, compreendendo como funciona e se prepararando, posto que o parágrafo 8º deixa muito claro que além da LGPD sobre privacidade o titular dos dados está também amparado pela Lei Consumerista.

§ 8º O direito a que se refere o § 1º deste artigo também poderá ser exercido perante os organismos de defesa do consumidor.

Entretanto, na Lei Européia – GDPR, mais precisamente numa decisão da suprema corte de Nuremberg na Alemanha, proferiu uma decisão que negou ao titular barrar o tratamento de dados, por compreender que o mesmo estava sem um motivo legítimo para isto.

Fonte: Lex Blog.

Tal decisão traz uma importante reflexão e até mesmo tese de defesa para as empresas diante do poder que a LGPD traz aos titulares de dados: não se trata de um poder absoluto!

Se a motivação para a busca dos dados for limitada, podemos estar diante de uma mudança drástica da forma que a LGPD se aplica aos negócios, pois as possibilidades de barrar o tratamento de dados não se dará de forma tão objetiva e clara.

Importante destacar que o caso julgado pela corte alemã foi de uma empresa de seguros, que comprovou estar de acordo com o compliance exigido pela Lei alemã.

Mais uma vez, a importância da adequação correta, baseada nos fluxos, tecnologia, gestão, visão negocial, segurança entre outros pontos como fonte de percepção da autoridade de dados de que a empresa não tem responsabilidade ou necessidade de cumprir solicitações teratológicas dos titulares de dados.

#FicaaDica

Coaching para advogados: como esse profissional pode impulsionar a sua advocacia?

Todo advogado lida com uma rotina atribulada e cheia de responsabilidades.

Não por outra razão, é muito comum observar profissionais que são completamente absorvidos pelo dia a dia do escritório e acabam perdendo a visão estratégica da carreira.

Acontece que advogar, seja como autônomo ou em sociedade, vai muito além da rotina do escritório. Hoje, além de entregar valor e atenção aos clientes e demandas apresentadas, os advogados precisam cuidar também da gestão do escritório, o que envolve habilidades em administração, gestão de pessoas e marketing.

É exatamente por isso que um coaching para advogados pode fazer toda a diferença. Ao se valer do know how e qualificação que um profissional deste segmento oferece, o advogado aumenta a percepção em relação a própria carreira, passando a identificar riscos, fragilidades e oportunidades de crescimento com mais facilidade.

Além de auxiliar advogados que já tem experiência no mercado, mas andam se sentindo sem perspectiva, o coaching para advogados também pode ser uma ferramenta poderosa para quem acabou de chegar no mercado, ou mesmo estudantes de Direito.

No entanto, isso ainda não é consenso entre os membros do mercado jurídico que, preferencialmente, investem exclusivamente em matérias ligadas a operacionalização do Direito.

Confira o artigo e entenda como tudo isso acontece na prática. Boa leitura!

Como funciona o coaching para advogados?

Para quem ainda tem pouca familiaridade com o universo do coaching, é importante entender que se trata de uma metodologia para desenvolvimento de recursos e alcance de metas em diversas áreas da vida.

Ao contrário do que muitos pensam, advogados não só podem como devem buscar este tipo de solução. O primeiro passo em um processo de coaching é definir quais são as prioridades do profissional e quais são os pontos que ele deseja trabalhar.

Basicamente, o coach (profissional que conduz o processo de coaching) orienta o coachee no sentido de identificar fragilidades em sua forma de atuação e, ao mesmo tempo, potencializar suas próprias virtudes.
Tudo isso de forma contextualizada ao cenário em que o profissional atua e pautado por orientações objetivas para que ele possa transformar de fato a sua realidade.

De maneira geral, o processo de coaching é estruturado nas seguintes etapas:

1. Reflexão, investigação e conscientização;

2. Identificação de riscos e oportunidades;

3. Crescimento da consciência de si mesmo;

4. Aumento da capacidade de se responsabilizar pelos seus próprios atos;

5. Feedback sobre todas as etapas do processo.

Quando buscar um coach para advogados?

Podemos afirmar com alguma segurança que não existe nem melhor nem pior hora para buscar um coach para advogados. Isso porque, seja no melhor ou no pior cenário, esse tipo de profissional sempre terá algo para acrescentar a sua carreira.

Receber a orientação de alguém com o olhar apurado para desenvolver o potencial humano sob diversos aspectos sempre é estratégico e providencial. No caso do advogado, questões como: inteligência emocional, relacionamento interpessoal, capacidade de trabalho, organização de rotinas produtivas, por exemplo, são temas que podem ser tratados.

Já entre os advogados recém-formados, o coaching contribui para o processo de tomada de decisões, auxiliando o profissional a escolher passos certeiros em busca de uma carreira mais sólida e alinhada aos seus talentos.

Durante a faculdade, o estudante de Direito tem a oportunidade de fazer inúmeros estágios em diversos ramos e o coaching pode auxiliá-lo a identificar melhor as suas habilidades e diferenciais.

O que esperar em termos de resultados?

Como qualquer metodologia ou capacitação para treinar profissionais, o coaching exige grande entrega por parte de quem se submete a ele. Quem espera bons resultados, portanto, deve estar disposto a implementar todas as resoluções construídas conjuntamente ao longo do processo e passar por um constante esforço de avaliação sobre as mudanças em curso.

O que pode ser animador para quem pensa em começar, é o desempenho alcançado por quem já testou ou vem testando essa solução. Há relatos de melhoras sensíveis de pessoas de todos os tipos de carreiras já nos primeiros meses depois de iniciado o processo de coaching.

Como se pode perceber, essa é uma solução das mais interessantes para quem pensa em alcançar uma qualificação que vai além da técnica jurídica em si ou outros aspectos estritamente ligados a operacionalização do Direito.

Alguns pontos que serão ativados e desenvolvidos na sua advocacia por meio do coaching são:

– Comunicação do advogado, tanto com técnicas de oratória e persuasão, quanto na parte interna do escritório (comunicação com colegas e outros profissionais);

– Identificação de talentos e habilidades, para que o advogado saiba como usá-los em prol dos seus objetivos e resultados;

– Identificação e eliminação de comportamentos que atrapalham o desenvolvimento da carreira;

– Definição de estratégias para a obtenção de novos clientes;

– Desenvolvimento da liderança do profissional, especialmente daqueles que empreendem na advocacia;

– Aumento da produtividade e otimização de tempo;

– Desenvolvimento de uma visão estratégica da própria carreira com foco em gerenciamento e planejamento da carreira;

– Mais equilíbrio entre a vida pessoal e profissional;

– Gestão de crise e gerenciamento de estresse.

Bom, para se dedicar a um processo de coaching, você vai precisar também de um tempinho livre na agenda. Dito isso, fica a pergunta: como anda a gestão da sua rotina jurídica? Talvez, esteja mais do que na hora de você investir num software jurídico para te ajudar com as suas demandas.

Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD em 2008, é líder no segmento e foi pensado para modernizar o Direito e os escritórios de advocacia.

Atualmente, mais de 80 mil advogados em todo o Brasil utilizam o software. Pensado para cuidar da gestão de escritórios jurídicos, o Integra te ajuda, por exemplo, com a agenda, o fluxo de caixa, captura de intimações de sistemas eletrônicos entre outras funcionalidades.

Ah, e o que é melhor. O Integra tem um aplicativo que te permite acessar o software em qualquer lugar. Assim, você pode ficar tranquilo, caso as suas reuniões de coaching sejam fora do escritório.

Gostou? Acesse www.promad.adv.br e conheça melhor o Integra, o software jurídico do advogado brasileiro.

Ônus da Prova Trabalhista: um guia completo.

Saber a correta distribuição da prova trabalhista pode ser a diferença entre ganhar ou perder um processo, se trata de um elemento processual que demanda máxima atenção do advogado.

E durante a audiência de instrução tal cuidado precisa ser redobrado. Sim, um ônus probatório pode ser invertido e o resultado da ação mudar drasticamente.

Por isso, é fundamental que o advogado trabalhista domine profundamente as regras do ônus da prova trabalhista para trabalhar com segurança e eficiência. Saiba mais no artigo. Boa leitura.

Ônus da Prova – Teoria Geral.

Você provavelmente já conhece a teoria básica do ônus da prova: sendo fato constitutivo cabe ao autor comprovar, sendo fato impeditivo, modificativo ou extintivo, cabe ao réu.

Inclusive, a Reforma Trabalhista de 2017 veio acrescentar tal entendimento na CLT no Artigo 818, copiando integralmente a regra do CPC, sendo essa uma das melhores alterações da reforma. Na maioria dos casos essa será a tese aplicada, com ela é possível resolver as ações de maneira justa e equilibrada.

Mas é importante nos aprofundarmos no tema e entendermos o que se trata de fato constitutivo, impeditivo, modificativo e extintivo.

            • Fato constitutivo é o acontecimento narrado pelo autor que irá gerar seu direito, é o fato que constrói sua tese.

            • Fato impeditivo é o argumento que impede o reconhecimento do direito do autor por algum entrave legal, mas não extingue o direito em si.

            • Fato modificativo é quando ele modifica o direito já requerido, ele não impede nem encerra o direito, mas modifica ele para outro.

            • Fato extintivo é aquele que encerra por completa o direito que o autor está requerendo.

Por exemplo, num processo de vínculo de emprego, é fato constitutivo do autor comprovar que o Reclamante trabalhava na empresa.

Agora, é fato impeditivo e extintivo da empresa comprovar que não havia os requisitos do vínculo de emprego, sendo seu ônus da prova.

Essa se trata da regra estática do ônus da prova, sendo a mais comumente utilizada, mas não a única.

Ônus da Prova Trabalhista – Teoria Dinâmica.

A reforma trabalhista seguindo os passos do CPC de 2015, trouxe a possibilidade do ônus da prova dinâmico, incluído na CLT no Artigo 818, parágrafo 1º.

Esse artigo possibilita ao juiz inverter o ônus da prova em algumas possibilidades:

            • Para chegar à verdade real do processo, quando verificar dificuldade excessiva de uma das partes de produzir alguma prova ou quando houver previsão legal.

Claro, tal inversão e redistribuição precisa ser fundamentada para que não haja prejuízo a nenhuma das partes e evitar decisão surpresa, que é vedada pelo CPC.

Além disso, as partes precisam ser avisadas antecipadamente da inversão do ônus da prova, para que possam se preparar para a produção probatória.

Caso o juiz realize essa inversão em audiência, ele deverá redesignar ela e conceder prazo para as partes produzirem suas provas.

Importante dizer que essa Decisão Interlocutória que inverte o ônus da prova não será recorrível de imediato, devendo o advogado protestar e recorrer posteriormente, conforme determina o art. 893,§ 1º da CLT.

Por isso, caso entenda que seu cliente está sendo prejudicado pela inversão do ônus, não deixe de protestar e recorrer, já que a inversão se trata de medida excepcional que precisa ser muito bem fundamentada.

Exemplos de Ônus da Prova Trabalhista.

Para esclarecer ainda mais o assunto, vamos trazer alguns exemplos de ônus da prova na rotina trabalhista que podem te auxiliar.

            • Depósito do FGTS: Quando existe cobrança de diferenças referentes ao FGTS do trabalhador é ônus da empresa comprovar o correto pagamento. Além de tal fato ser extintivo ao direito do autor, tal entendimento está contido na Súmula 461 do TST, que dispõem a obrigação da empresa em comprovar o correto pagamento sob pena de revelia.

            • Vínculo de Emprego: aqui um caso mais interessante para mostrar como é importante estudar esse tema.

Porque o ônus da prova irá depender da tese de defesa da Reclamada. Caso ela negue a existência de qualquer relação com o trabalhador, que ele nunca trabalhou na empresa, o ônus da prova de comprovar a relação empregatícia será do Reclamante.

Agora, caso a empresa se defenda falando que ele era um trabalhador eventual ou autônomo, que não havia subordinação, será dela o ônus de comprovar tais teses, por se tratar de fato impeditivo e extintivo.

Mas o advogado do Reclamante somente saberá de quem será o ônus da prova após a apresentação da contestação.

            • Horas Extras: outro pedido muito comum na justiça do trabalho que precisa ter uma análise minuciosa sobre o ônus da prova trabalhista.

Em regra geral, é ônus da prova do trabalhador comprovar a realização de horas extras, sendo fato constitutivo.

Contudo, é obrigação da empresa com mais de 20 funcionários anexar ao processo cartão ponto do trabalhador, caso a empresa não apresente, o ônus da prova será invertido, e ela que precisará comprovar a não realização de horas extras. Tal entendimento está firmado no ARTIGO 74, § 2º DA CLTSÚMULA 338, I, TST.

Agora, caso a empresa tenha menos de 20 funcionários e esteja desobrigada de manter controle de jornada, será ônus probatório exclusivo do Reclamante em comprovar as horas extras.

Por isso, é necessário analisar a quantidade de funcionários da empresa, se havia controle de jornada e se eles foram juntados, para verificar a distribuição do ônus.

            • Justa Causa: o processo de reversão de demissão por justa causa também é muito comum na justiça do trabalho, onde caberá a Reclamada fundamentar e comprovar a aplicação da justa causa, já que se trata de fato extintivo.

E em tal caso dificilmente veremos uma inversão do ônus da prova, já que a justa causa é uma demissão excepcional, que dever ser aplicada com muito esmero.

Assim, cabe sempre ao advogado analisar quais a provas da conduta do trabalhador para a aplicação da justa causa, sabendo que o ônus da prova sempre será da empresa.

Conclusão.

Conhecer profundamente a aplicação das regras do ônus da prova trabalhista pode ser a diferença entre ganhar ou perder seu processo, já que elas são aplicadas rotineiramente na solução dos casos.

Um bom advogado no início do processo já deve analisar a questão do ônus probatório, analisar as provas que possui e construir sua estratégia para vencer. Esperamos que esse artigo tenha sido um auxílio para você advogado se aprofundar um pouco mais no tema.

Porque o ESG, a Cibersegurança e o Índice DowJones de Sustentabilidade são sinônimos de privacidade!

Se você está em busca de segurança e privacidade para o seu escritório, em primeiro lugar, precisa entender o que é ESG.

A sigla vem do inglês Environmental (Ambiental, E), Social (Social, S) e Governance (Governança, G). Em um resumo bem resumido (com o perdão do pleonasmo) essas são três pautas essenciais para entendermos o mercado e o universo corporativo atualmente.

Para entendermos melhor os temas, compartilho uma pequena explicação de um artigo* com vocês:

Environmental ou Ambiental: refere-se às práticas da empresa ou entidade voltadas ao meio ambiente. Entram aqui temas como aquecimento global; emissão de gases poluentes, como o carbono e metano; poluição do ar e da água; desmatamento; gestão de resíduos; eficiência energética; biodiversidade; entre outros.

Social: relaciona-se à responsabilidade social e ao impacto das empresas e entidades em prol da comunidade e sociedade. Majoritariamente se refere a temas como respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas; segurança no trabalho; salário justo; diversidade de gênero, raça, etnia, credo etc.; proteção de dados e privacidade; satisfação dos clientes; investimento social; e relacionamento com a comunidade local.

Governance ou Governança: está ligado às políticas, processos, estratégias e orientações de administração das empresas e entidades. Entram no tema, por exemplo, conduta corporativa; composição do conselho e sua independência; práticas anticorrupção; existência de canais de denúncias sobre casos de discriminação, assédio e corrupção; auditorias internas e externas; respeito a direitos de consumidores, fornecedores e investidores; transparência de dados; remuneração dos executivos; entre outros.
Está intimamente ligado aos dois outros termos (Social e Ambiental), por ser quem dita, orienta, fiscaliza e reporta as práticas sustentáveis (ou não).

*Fonte: Valor Econômico – Globo.

Não é novidade que os ataques cibernéticos seguem em uma crescente no mundo todo. Os alvos primários são as grandes empresas que, cada vez mais preocupadas, investem em tecnologia e segurança.

Por falar em investimento, a segurança e a pauta ESG caminham em sintonia. Temos um índice financeiro que avalia todos estes elementos em conjunto: Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI – Dow Jones Sustainabilty Index).

Dow Jones Sustainability Index, foi criado em 1999 com o objetivo de reconhecer as melhores práticas de sustentabilidade das empresas cotadas na bolsa de valores. E isto é relevante? Para discorrer sobre o tema, colaciono um artigo* de Gustavo Sampaio e Gisele Aparecida, gerentes de cibersegurança da EY Brasil.

O índice DJSI.

Entre os indicadores globais de desempenho financeiro, cujos questionários de avaliação incorporam aspectos de Segurança da Informação, é possível destacar o Índice de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI), criado em 1999 e composto por cerca de 300 empresas de diversos setores e países. O Corporate Sustainability Assessment (CSA), um dos principais questionários de ESG do mercado, é utilizado para pontuar e classificar as empresas líderes de sustentabilidade. As mais pontuadas a cada ano são escolhidas para compor o índice.

Em 2021, 54 empresas brasileiras – de um universo de 3.583 – foram convidadas para responder ao questionário de avaliação, e nove foram selecionadas para compor o índice nesse ano: Banco Bradesco, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Itaúsa, Petrobras, Lojas Americanas, Lojas Renner, Companhia Energética de Minas Gerais e Klabin.

Escopo de cibersegurança.

O questionário do DJSI não deve ser entendido como um formulário único. As perguntas englobam questões específicas para a indústria da organização e até 50% de questões comuns a todas as indústrias. Elas são divididas em três grandes dimensões: Environmental (E), Social (S) e Governance & Economic (G). Cada tema abordado dentro das dimensões possui um peso na avaliação, que é variável de acordo com a indústria.

Cibersegurança, por exemplo, corresponde a 3% de peso na pontuação final para o setor financeiro, enquanto no setor de Utilities esse mesmo critério tem peso 2%. É importante reforçar que o questionário é composto de uma variedade de temas cujos pesos variam, em média, de 2% a 7%. O escopo de cibersegurança está incluso dentro da dimensão “Governance & Economic“, com alguns critérios de privacidade e proteção de dados dentro da dimensão “Social”. Os seguintes temas são avaliados:

Governança de Cibersegurança: avalia se a empresa possui a governança adequada para evitar falhas nos sistemas de TI e incidentes de segurança relevantes. Critério avaliado: Estrutura de Governança de Segurança da Informação (CISO, CTO, CSO, CIO etc.).

Medidas de Cibersegurança: avalia quais medidas de segurança estão em vigor para garantir que os funcionários estejam cientes das principais potenciais ameaças e da importância da Segurança da Informação na organização. Critérios avaliados: Políticas e Procedimentos formalizados, treinamento e conscientização, reporte de incidentes e possíveis sanções para os funcionários.

Processos e infraestrutura de cibersegurança: avalia o quão bem as empresas estão preparadas para evitar grandes incidentes de infraestrutura de TI e Segurança da Informação e se elas podem reagir adequadamente quando eles ocorrem. Critérios avaliados: plano de continuidade dos negócios, certificações (Ex: ISO 27001, NIST) e testes de vulnerabilidade externos.

Além dos critérios objetivos para a avaliação de cada pergunta, as respostas são avaliadas em termos de aderência à questão, completude da resposta e evidências que suportam o que foi relatado.

Recomendações: embora a metodologia de pontuação do CSA seja complexa e variável de acordo com a indústria e evidências apresentadas, entre outros fatores, é possível destacar algumas recomendações específicas para as perguntas de segurança da informação.

Informações Públicas: pontuações adicionais são fornecidas se algumas informações relevantes sobre Segurança da Informação forem disponibilizadas publicamente e de fácil acesso.

Evidências: quando fornecidas, elas devem ser contextualizadas e relacionadas às respostas dadas, se possíveis datadas. É possível anexar relatórios, materiais de reporte aos executivos, dashboards de monitoramento de ameaças, incidentes e demais KPIs de segurança.

Certificações Internas: ainda que a empresa não possua uma certificação externa, como a ISO 27001, pode ser interessante evidenciar quaisquer assessments internos realizados baseados em frameworks de mercado, como o NIST, evidenciando que há um monitoramento dos principais controles de segurança na organização.

Certificações de Fornecedores: se a infraestrutura de segurança da organização for fornecida por terceiros, é fundamental levantar quais certificações eles possuem e fornecer essas evidências como anexo do questionário.

*Fonte: It Forum.

Interessante, não? Um índice nada novo, num mercado onde o Brasil começa a aparecer.

E o seu negócio, está atento às pautas de ESG e Segurança? Tudo isto cai dentro da privacidade, dentro dos dados, dentro da cultura do negócio.

Fazer marketing com ESG, segurança e LGPD é uma decisão estratégica. Mas, na prática, para colocar tudo isso em prática, você tem um longo caminho para percorrer. Então, não demore muito para iniciar essa jornada.

A tecnologia e o mercado de trabalho: 8 empregos que podem acabar nas próximas décadas.

O conceito de “leapfrogging” ou “pulo do sapo” é usado quando abordamos o tema inovação. Por exemplo: quando algum player do mercado não se adapta às mudanças e é substituído por outra empresa ou serviço inovador.

Sim, o futuro muitas vezes é implacável. Assim, a evolução das tecnologias no século XXI transformou rapidamente a nossa sociedade. E todos os dias, os noticiários e as dezenas de notificações que recebemos por telefone ou e-mail, nos lembram que essa transformação é constante. 

Não é à toa que os robôs e a inteligência artificial saíram das telas do cinema para as notícias do mundo real. Entretanto, com os avanços da tecnologia, surgiram também alguns “problemas modernos”.

Sim, a crise do emprego também é um tema constante nos noticiários e caminha de mãos dadas com as evoluções tecnológicas. Relacionamos aqui algumas áreas ameaçadas por esse novo – e desafiante – mundo tecnológico.

Motoristas.

A direção completamente autônoma já é uma realidade em carros como os da marca Tesla. A gigante Google já testa viagens de carros autônomos com seus funcionários na cidade de San Francisco, nos EUA. O teste também inclui clientes e voluntários.

Bom, não sabemos se veremos carros sem motorista a curto ou médio prazo, mas é fato que, em algum momento, eles serão uma realidade. Quando isso acontecer, milhões de motoristas profissionais verão os seus empregos comprometidos.

Operadores de telemarketing.

Apesar do setor ainda ser um dos maiores empregadores no Brasil, a principal tendência para as empresas de telemarketing e call center nos próximos anos é o uso de chatbots e Inteligência Artificial (IA) para otimizar a interação consumidores e empresas nas redes sociais.

Um alto percentual de atendimento ao cliente já é realizado por máquinas que resolvem, ou não, inúmeros problemas. A tendência é que a automatização nesta área aumente ainda mais a curto prazo.

Trabalhadores de gráficas.

Além de robôs que substituirão os funcionários nos parques de impressão, o declínio do uso do papel com a inevitável mudança para o digital atinge em cheio o setor gráfico. Livros e revistas veem os e-books, tablets e smartphones ganhando terreno, fato que acabou fechando inúmeras gráficas na última década.

Vendedores de seguros.

Os sites comparadores de preços nos ajudam a encontrar o seguro que precisamos. O próximo passo é contratá-los também de forma online. Em 2017, por exemplo, a seguradora japonesa Fukoku Mutual Life Insurance já substituiu 34 funcionários por um sistema de Inteligência Artificial. Na época, o robô era responsável por calcular os pagamentos devidos aos segurados.

Bancários.

Realizar operações por APP no banco online, não só economiza tempo, garante segurança, evita as filas bancárias, como também nos livra do trânsito. Por essas razões, as agências bancárias recebem cada vez menos clientes de forma presencial e muitas delas, inclusive, já fecharam de forma definitiva.

Analistas financeiros.

A Inteligência Artificial começa a dominar o setor financeiro com sua capacidade de detectar padrões e realizar transações imediatas e mais confiáveis. Um terço das vagas de trabalho nos bancos de investimento em Wall Street desapareceram desde o ano 2000.

Isso não aconteceu apenas pela digitalização das operações que eliminou andares de pessoas ao telefone comprando e vendendo ações. Os robôs que operam em alta frequência (HFT) já representam hoje mais de 50% das operações diárias no mercado americano de ações. A competição não é mais pelo melhor analista, mas pelo melhor algoritmo capaz de entender as condições do mercado e tomar decisões de investimento.

Agências imobiliárias.

Enquanto os clientes sentem que a qualidade dos serviços prestados deixam bastante a desejar, novas tecnologias e modelos de negócios voltados para o mercado imobiliário passam a ganhar cada vez mais notoriedade, especialmente em países mais desenvolvidos.

John Pugliano, fundador e gestor financeiro da Investable Wealth LLC, prevê ainda que a gestão intermédia das agências imobiliárias tenderá a desaparecer, uma vez que sites e plataformas online farão grande parte do seu trabalho.

As empresas que não oferecerem serviços como precificação, fotografia profissional, tour 3D, atendimento de alta qualidade e ferramentas de marketing poderosas irão ficar para trás, enfatizou Pugliano.

Advogados.

Não é despropositado que um programa especializado cuide das tarefas rotineiras e da leitura de documentos que demandam tanto tempo de um advogado no seu dia a dia.

No livro Tomorrow’s Lawyers (2013), do professor britânico Richard Susskind, três fatores de mudança vão transformar o futuro da advocacia. São eles: o desafio do “mais por menos”, a liberalização e a tecnologia.

De acordo com o professor, esses agentes devem conduzir transformações extraordinárias na maneira como os profissionais da advocacia atuam.

Soluções que utilizam inteligência artificial, apoiadas no Watson, da IBM, por exemplo, já conseguem realizar tarefas repetitivas de análise de processos e termos jurídicos com eficiência e precisão muito maiores do que quando as mesmas tarefas são realizadas por seres humanos.

Advogados que executam atividades que dependem de interpretação e deduções subjetivas continuarão sendo cada vez mais valiosos, mas assistentes jurídicos, principalmente em início de carreira, que realizam as tarefas repetitivas inerentes à atividade jurídica, fatalmente, serão substituídos por soluções de inteligência artificial.

Embora toda essa informação possa causar um alarmismo e levantar contestações sobre o avanço da tecnologia, as inovações tecnológicas no direito são valiosas aliadas.

Uma coisa é fato. Um advogado que se julga atento as transformações da área jurídica, não pode mais desprezar o fato de que deve contar com um bom software jurídico no seu escritório.

Integra, por exemplo, é líder no segmento e foi pensado para aprimorar a organização das suas rotinas jurídicas.

Atualmente, mais de 80 mil advogados em todo o Brasil utilizam o software. Pensado para cuidar da gestão de escritórios jurídicos, o Integra te ajuda, por exemplo, com a agenda, o fluxo de caixa, captura de intimações de sistemas eletrônicos entre outras funcionalidades.

Para acompanhar as evoluções do mundo do Direito, acesse o nosso site e conheça melhor o Integra, o software jurídico do advogado brasileiro.

Fontes: Revista Exame. Portal MSN.

Perda de Prazos X Intimações. Neste embate, considere a tecnologia.

A perda de prazos pode prejudicar clientes e acabar com a reputação do seu escritório.

Por isso, o controle e a Gestão de Intimações Judiciais são essenciais para que o advogado realize um acompanhamento assertivo dos seus processos e não perca prazos. No entanto, muitos profissionais ainda perdem tempo buscando informações nos sites dos Diários Oficiais ou mesmo se cadastrando nos muitos portais dos Tribunais.

Utilizando um software jurídico o advogado pode realizar o cadastro de todas as suas informações processuais, além de gerenciar Publicações e Intimações de forma simples e rápida.

Saiba mais sobre a gestão de Intimações nesse artigo e elimine os deslizes da perda de prazos da sua rotina.

Minimizando erros com Intimações.

Dentro de um escritório de advocacia, o trabalho começa com as Intimações recebidas. Dessa forma, é preciso eficácia e um controle rigoroso na entrega dessas Intimações.

As Intimações funcionam como uma notificação, comunicando as partes sobre algum ato processual já realizado ou prestes a acontecer. Além disso, a Intimação garante o devido processo legal. As partes, ao receberem a Intimação, podem tomar providências em seu interesse, como interpor um recurso, efetuar o pagamento ou qualquer outro ato processual de defesa.

Por isso, um bom serviço de Entrega de Intimações ajuda e muito. Com essa prática, o escritório recebe diariamente as Intimações de todos os jornais do País em seu e-mail e não precisa buscar as publicações em seu nome em vários sites e portais.

Dessa forma, os riscos de perder um prazo reduzem a zero. Basta manter a organização do escritório.

Atenção a organização.

Depois que um advogado recebe uma Intimação, uma série de medidas precisa ser tomada. Pode ser necessário criar uma peça processual, como a de recursos, comparecer a uma audiência ou realizar qualquer outro ato requerido na Intimação. E para que esses atos sejam realizados de forma adequada, a organização é indispensável.

Com um bom software jurídico, todas as Intimações que chegarem ao escritório serão cadastradas rapidamente. A partir daí, as atividades serão distribuídas aos advogados e o controle dos prazos realizado pelo sistema. Dessa forma, nenhum prazo será perdido e o andamento do escritório entrará nos eixos.

Via software, a organização da Entrega de Intimações pode ser realizada pelo setor de controladoria jurídica, ou até mesmo por outra área / colaborador do escritório.

Gestão do tempo.

Muitos profissionais ainda perdem tempo buscando informações nos sites dos Diários Oficiais ou mesmo se cadastrando junto aos sites dos Tribunais.

Algumas Intimações não envolvem atos importantes, mas outras podem exigir das partes uma tomada de decisão instantânea. Por isso, a assertividade no recebimento e análise dos documentos é crucial para o desempenho do seu escritório.

Utilizando um software jurídico o advogado pode realizar o cadastro de todas as suas informações processuais, além de gerenciar Publicações e Intimações de forma simples e rápida. Outra funcionalidade de um software é a agenda que permite o controle de prazos, sem a necessidade de papel e com mínimas chances de esquecimento.

Agora que você já leu as nossas dicas, pense bem sobre o assunto e lembre-se: tecnologia gera produtividade, tanto individual quanto em equipe. 

Portanto, a primeira ação a ser considerada é adquirir um bom software jurídico para seu escritório. O Integra, ferramenta desenvolvida pelo PROMAD em 2008, é líder no segmento e foi pensado para aprimorar a organização das suas rotinas jurídicas.

Atualmente, mais de 80 mil advogados em todo o Brasil utilizam o software. Pensado para cuidar da gestão de escritórios jurídicos, o Integra te ajuda, por exemplo, com a agenda, o fluxo de caixa, captura de intimações de sistemas eletrônicos entre outras funcionalidades.

Acesse www.promad.adv.br e conheça melhor o Integra, o software jurídico do advogado brasileiro.

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