Como escolher o tema do meu TCC em direito?
Escolher um tema para o TCC em Direito é sempre um desafio. Por isso, preparamos este post com algumas dicas para lhe ajudar nessa missão. Confira!
Escolher um tema para o TCC em Direito é sempre um desafio. Por isso, preparamos este post com algumas dicas para lhe ajudar nessa missão. Confira!
Quem se insere no mercado da advocacia quase sempre deseja ter seu próprio escritório. No entanto, montar um escritório de advocacia pode não ser uma tarefa fácil. Necessita de bastante planejamento.
Envolve também a necessidade de investimento e financiamento, além de conformidade com os quesitos legais. É seu papel viabilizar esses aspectos para que, de fato, surja a chance de montar um escritório de advocacia.
Você busca entender melhor o que é necessário para ter essa chance? Então prossiga com a leitura do artigo e veja os 7 passos primordiais para isso!
Para montar um escritório de advocacia, você deve, primeiro, ter em mente que será necessário planejamento, investimento e financiamento. Todos são essenciais à sua maneira e você precisa entender melhor eles antes de prosseguir.
No primeiro elemento, você conta com ferramentas para seu planejamento, como o documento que traça as estratégias operacionais e projeta lucros. Se trata do plano de negócio – a base de onde ocorrerá tudo.
É definindo todos os aspectos operacionais, legais e financeiros do escritório que você pode passar para o segundo elemento, o investimento. Afinal, o plano de negócio viabiliza uma noção de quanto dinheiro será injetado e se vale a pena a montagem.
Pois no investimento, você deve ter uma boa visão do negócio e de como será investido seu dinheiro. Para muitos, não é possível contar com espaço próprio, por exemplo, então acabam investindo na ideia de coworking.
Ou então no aluguel de espaço compartilhado com outros de sua classe, o que seria mais positivo para a imagem. Da mesma forma, também deve ser investido em bom mobiliário – o que é possível em lojas especializadas.
No entanto, não pode preocupar-se apenas em montar o escritório de advocacia, também deve se atentar para como mantê-lo. Você deve então se preocupar com o financiamento do seu negócio, de forma que haja capital de giro.
Caso você mesmo possa financiar, já eliminou um belo problema. Caso não, há vários bancos e instituições, até mesmo governo, disponíveis para financiamento.
Agora é hora dos passos!
Enfim, quais são os principais passos a serem tomados por um advogado que busca montar um escritório de advocacia? Alguns já foram citados anteriormente e serão aprofundados, já outros merecem ser trazidos agora. Vamos lá?
De forma a ser titular do escritório, o advogado, atuando como autônomo deve ter tido aprovação no exame da OAB. Além disso, é necessário pesquisa prévia para descobrir se há empresa de mesmo nome ou semelhante.
Dessa maneira, entra nos conformes da Lei nº 6.389/1980. Há uma série de órgãos para ser promovida a regularidade do negócio, além de um pequeno teste para aptidão do advogado para abrir seu escritório.
Sendo um negócio de caráter público, deve ser atendida a exigência do setor para escolha de legislação específica. Em geral, o cargo é regulado pela Lei nº 8.906/1994, que aborda a regulamentação da profissão e outros aspectos gerais.
Retomando os passos do planejamento, é necessário avaliar o mercado para criar uma estratégia inteligente. Nenhum negócio, seja ele qual for, deve ser aberto à revelia sem que se faça um estudo de mercado para a viabilidade do negócio antes.
Por exemplo, qual o tamanho da concorrência? Qual área de conhecimento do direito é mais exigida? Quais os pontos fortes e fracos de quem já se encontra no mercado?
É necessário que se defina o caminho a ser seguido: se um escritório full service ou de alta especialização. Geralmente, escritórios que estão começando optam pelo full service – atendendo várias áreas do direito. Ao longo do tempo, de acordo com a preferência sua ou de sócios e, também, do sucesso em determinados casos, pode-se mudar a configuração do escritório para alta especialização.
É importante reservar um espaço que não comprometa seu capital, mas, ao mesmo tempo, contar com um lugar que aspire confiança e passe bem-estar aos seus associados e clientes. Tenha, na medida do possível, assentos confortáveis, um cafezinho e uma boa Wi-Fi – hoje em dia são elementos essenciais para um bom espaço.
Como qualquer negócio, ao montar um escritório de advocacia, deve-se levar em conta todo o planejamento financeiro desde o começo. Desse modo, os investimentos necessários para a sua abertura são garantidos e, também, as despesas previstas para o seu funcionamento normal.
Tudo deve ser contabilizado e dividido das contas pessoais, para que não se misturem as contas da empresa – seu escritório – com seus gastos pessoais.
Após toda a organização do espaço, é necessário organizar como será a prestação de serviços jurídicos. Ela funciona sobre três pontos:
Agora, ficou um pouco mais fácil entender quais são os passos primordiais para se montar um escritório de advocacia. Para ajudar em toda essa organização, existem softwares jurídicos como o Integra, do PROMAD, que garante a boa gestão do escritório em todos os níveis. Fale agora mesmo com um consultor e saiba como podemos ajudar você nisso.
Para quem deseja ampliar o seu networking, as redes sociais são uma ótima ferramenta. No contexto jurídico, usar estrategicamente uma rede social possibilita ampliar a cartela de clientes e gerar melhores resultados para o escritório. Um perfil de advogado no LinkedIn, por exemplo, ajuda o profissional a se conectar com parceiros e potenciais clientes. Isso sem contar que essa ferramenta pode ser um ótimo recurso para mostrar a autoridade sobre alguma área ou tema do Direito.
O LinkedIn é uma rede social profissional que pode gerar excelentes conexões para o advogado. Para quem nunca pensou em ter um perfil no LinkedIn ou mesmo não sabe como aproveitar todo o potencial dessa rede social para advogados, continue a leitura!
Durante muito tempo, os advogados apostaram na qualidade dos serviços jurídicos e na reputação do escritório para chamar a atenção no mercado. Hoje, porém, mais do que ser um escritório renomado, também é preciso aparecer como um escritório renomado.
Uma boa presença online vem auxiliando advogados na hora de se destacar. Ter um perfil de advogado no LinkedIn é uma excelente forma de compartilhar conteúdos úteis para a sua clientela. Assim, é possível atrair sua atenção e demonstrar domínio sobre determinados temas. Além disso, estes conteúdos podem ajudar seu potencial cliente a solucionar suas questões jurídicas.
[Quer saber como criar conteúdo para atrair potenciais clientes? Confira nossas dicas!]
Além de encontrar potenciais clientes, o LinkedIn também é uma ótima rede social para advogados que buscam parcerias. Ao se conectar com profissionais de áreas complementares, por exemplo, o advogado potencializa a prospecção. Afinal, ambos podem se indicar mutuamente para clientes que precisam dos seus serviços.
O LinkedIn também é bastante útil para que advogados encontrem profissionais para outras tarefas relacionadas ao escritório. Advogados correspondentes, paralegal e até mesmo designeres, por exemplo, podem ser encontrados pela rede.
Estar presente nas redes sociais é uma atitude essencial no marketing jurídico. No entanto, o advogado que pretende usar o LinkedIn para ter mais resultados para o seu escritório, deve estar atento às diretrizes do Código de Ética.
Descrever seus serviços, expor preços e colocar o número de telefone ao lado de um ostensivo “contrate-me” são práticas vedadas pelo Código de Ética. Da mesma maneira, também não se deve associar seus serviços a outros que não tenham natureza jurídica. E mais: enviar mensagens para clientes que não tenham lhe procurado pode gerar questionamentos e até sanções junto a OAB!
A maioria dos escritórios vem investindo em uma boa experiência para os seus clientes. Afinal, clientes satisfeitos recomendam seus serviços, minimizando o trabalho da prospecção. O velho “boca a boca” é uma das melhores formas de atrair novos clientes e, consequentemente, melhorar a rentabilidade da sua banca.
Um perfil de advogado no LinkedIn é interessante justamente por permite que esse “boca a boca” seja digital. Isso porque a ferramenta conta com um recurso onde clientes e colegas podem te recomendar. Aproveite: melhore a sua reputação e atrair ainda mais potenciais clientes!
Além de beneficiar a imagem do profissional, o LinkedIn é um excelente canal para advogados que querem aprender e trocar conhecimentos. Por meio de grupos e fóruns existentes na rede, o advogado pode trocar ideias com outros profissionais e até encontrar respostas interessantes para os casos que representa. Sim, o LinkedIn é uma fonte de conhecimento que pode gerar ideias, respostas e até caminhos para novas teses jurídicas.
Em tempos onde o mercado jurídico anda tão concorrido, o advogado não pode fechar os olhos para as inovações que estão ao seu alcance. O LinkedIn também é gratuito, ou seja, não existe desculpa para não criar seu perfil e tirar o melhor proveito dessa ferramenta!
Você utiliza o LinkedIn? Acha que é uma boa rede social para advogados? Confira também porque você advogado deveria investir em um site.
A realidade digital já faz parte da advocacia. Com a chegada dos softwares jurídicos, o dia a dia do advogado se transformou bastante. Porém, foi com a introdução do processo judicial eletrônico e da certificação digital que o advogado experimentou uma verdadeira revolução.
Basta ter em mente que, há pouco tempo atrás, advogados digitavam petições em máquinas de escrever e podiam passar um dia todo no fórum anotando dados em inúmeras fichas de andamento. Graças ao processo judicial eletrônico, isso não é mais necessário. Hoje o advogado pode resolver boa parte da sua rotina sem sair do próprio escritório. Na prática, isso significa economia de tempo, recursos e uma advocacia muito mais sustentável.
Para entender o que é o processo judicial eletrônico, como ele funciona e o que muda no dia a dia da advocacia, não deixe de conferir!
A desmaterialização do processo já é uma tendência no Judiciário há algum tempo. Hoje, a maioria das comarcas já aderiu ao processo eletrônico, fazendo com que os escritórios precisassem se adequar.
Mas, o que é exatamente o processo judicial eletrônico? E, quais são as adequações necessárias que todo escritório ou advogado deve fazer?
O processo eletrônico nada mais é do que um processo digitalizado e armazenado em meio online. Hoje, a maioria dos tribunais já conta com sistemas próprios que possibilitam não apenas guardar dados, como também favorecem a interação dos advogados com o processo no meio digital.
Graças ao certificado digital, o advogado consegue se comunicar e transmitir dados de forma segura no ambiente digital. Com esse recurso, o advogado tem uma espécie de credencial capaz de atestar sua identidade, seja em máquinas, aplicações ou sites.
Usando a criptografia, o certificado digital garante a autenticidade na transmissão de dados e documentos. Além disso, ele assegura a confidencialidade de todas as informações que são repassadas, impedindo que terceiros possam ter acesso.
Por fim, o certificado também possibilita a assinatura de documentos no meio online com a mesma validade de uma assinatura convencional. E, justamente por conta desse detalhe, é possível transmitir e validar as informações jurídicas de um processo no meio online.
Para fazer uso do processo judicial eletrônico é indispensável que o advogado obtenha o certificado digital. Somente com essa ferramenta é possível transmitir dados e informações de forma segura, sem o perigo de violação.
Para adquirir um certificado digital, o primeiro passo é buscar uma Autoridade Certificadora da ICP- Brasil. Essas entidades são responsáveis por associar pessoas e empresas a um conjunto de chaves criptográficas que possibilitam a sua identificação no meio online. No caso dos advogados, a OAB é a própria entidade certificadora.
Para que o advogado obtenha seu certificado digital, ele deve buscar a OAB do seu estado e verificar qual o procedimento para a obtenção da ferramenta. A maioria das seccionais da OAB já conta com um processo estabelecido para que o advogado consiga seu certificado. De maneira geral, o profissional deve preencher alguns dados online e depois validá-los com a apresentação de alguns documentos na unidade mais próxima da OAB.
Além do certificado propriamente, o advogado também deve obter um token e uma leitora que possibilitem a transmissão dos dados para o processo eletrônico. Na maioria dos estados, o chip do certificado digital já fica na própria carteira da OAB.
Tanto o processo judicial eletrônico quanto a certificação digital representam ganhos para o advogado. Graças a esses recursos, os advogados estão cada vez mais capacitados para resolver a própria rotina sem que haja a necessidade do deslocamento.
Quem já precisou correr para protocolar um prazo de última hora, sabe o valor de não ter que se deslocar para atuar na defesa dos seus clientes. Por isso, o processo eletrônico não representa apenas economia de tempo e papel, mas também comodidade para o profissional. Assim, favorece a produtividade e a satisfação no dia a dia do trabalho.
Saber que você pode resolver muitas questões dos seus clientes com apenas alguns cliques é, sem sombra de dúvidas, um avanço. Agora cabe aos profissionais conhecer e dominar as ferramentas a fim de realizar uma advocacia muito mais ágil e dinâmica.
Você já conhecia os benefícios do processo judicial eletrônico? O que você acha sobre a digitalização da advocacia? Para quem deseja modernizar o escritório, mais do que um certificado digital, vale a pena investir em um site! Clique aqui e saiba mais!